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Contrário

oposto | discordante | inverso | reverso | avesso | antagónico | contra | vice-versa

Contrário

oposto | discordante | inverso | reverso | avesso | antagónico | contra | vice-versa

RAPIDINHA

Este é dos melhores resumos que a seita de propagandistas vendidos já fizeram. Ele faz o destaque à opinião de um capacho do sistema. Ele demoniza e menciona inimigos imaginários. Ele fantasia sobre uma realidade que só existe na cabeça dos patetas e dos vendidos. Ele também conjectura cenários irreais, próprio de quem acredita em unicórnios. E, para finalizar sempre em grande, ele promove e tenta disseminar o medo nas pessoas. Tenham muito medo! O mais engraçado é mesmo quando afirma que a maior ditadura capitalista, o maior estado oligárquico que existe à face da Terra é a "terra da liberdade e da democracia".

Covid: Quem não cumpre as regras não come pudim

A caça à multa em Portugal é tão frequente, que não deve existir muita gente que ainda não tenha sido apanhado a desrespeitar a lei e a levar com a consequente multa. O Estado Português - através dos organismos que o representa - é, na maioria das vezes, persecutório e intransigente, mesmo com as pequenas falhas que os cidadãos cometem.

Já com as questões relacionadas com os riscos para a saúde e a vida, como é o caso desta pandemia, o Estado Português é benevolente e condescendente. A lei da obrigatoriedade do uso da máscara na via pública entrou em vigor na passada Quarta-feira, tendo sido anunciado vezes sem conta que o desrespeito por esta regra seria punido com multas que podem chegar aos 500 euros.

Ontem, na Nazaré, estiveram milhares de pessoas, muitas delas sem máscara e sem cumprir o devido distanciamento. Ora, esperava-se que as autoridades actuassem em conformidade, mas não, as forças policiais foram ao local e limitaram-se a anunciar que quem não estivesse a cumprir as regras não teria direito a comer pudim na sobremesa.

Governantes discriminatórios ou apenas estúpidos?

A partir das 24 horas de hoje e até às 6 horas do próximo dia 3 de Novembro, as pessoas estão proibidas de se deslocar para fora do seu concelho. Contudo, existem algumas excepções.

Os exemplos mais estúpidos:

- Os filhos de casais separados NÃO PODEM deslocar-se entre os domicílios dos seus pais, caso não se localizem no mesmo concelho, MAS, quem tiver um bilhete para um espectáculo está autorizado a ir “curtir bué” para o meio de centenas ou milhares de pessoas, mesmo que para fora do concelho.

- Um habitante de Melgaço NÃO PODE deslocar-se ao concelho vizinho de Monção, mesmo que seja para visitar os seus pais, que se encontram devidamente confinados em sua casa, MAS, os vizinhos espanhóis podem entrar pelo país adentro, que não encontrarão qualquer resistência. Podem até vir aos magotes, encher os restaurantes (espaços fechados, onde não se usa máscara) e andar por aí a passear que não há problema. São muito bem-vindos.

- Um cidadão de Matosinhos NÃO PODE deslocar-se até ao Porto, MAS um cidadão de Madrid, Paris ou Londres PODE.

Portanto, rebentou-se de vez com o limite da estupidez em decisões políticas, em que o cidadão estrangeiro, nomeadamente os nossos vizinhos espanhóis têm maior liberdade de circulação em Portugal do que os próprios portugueses.

PSD vota contra OE porque está amuado

O PSD anunciou que vai votar contra o Orçamento do Estado (OE). O PSD até votaria favoravelmente porque, no geral, concorda com as propostas do governo, mas como está amuado com António Costa vai votar contra.

O PSD faz ainda questão de dizer que se o Primeiro-ministro lhes pedir desculpa (porque já não há mais CCDRs para distribuir), poderá alterar o sentido de voto. Portanto, o PSD orienta o seu sentido de voto na lei mais importante para a governação do país de acordo com o seu estado de alma e não com as suas convicções políticas, se é que as tem.

O PSD é assim, um partido que se rege pelos arrufos e ressentimentos que tem com o PS e não com a responsabilidade que tem com o país. E depois é vê-los sempre a encher a boca com as habituais tretas do interesse nacional.

ÚLTIMA HORA: Cassiano Reinaldo testa positivo à Covid-19

Cassiano Reinaldo – o melhor lixeiro do mundo – testou positivo à Covid-19. A notícia foi anunciada após os testes de rotina que a Câmara Municipal da Parvalheira fez aos funcionários que fazem a recolha do lixo.

Cassiano Reinaldo (CR Fede, como é conhecido) nem queria acreditar quando soube do resultado do teste, tendo passado a manhã da última Sexta-feira isolado dentro de um daqueles contentores das obras. O blogue Contrário conseguiu apurar que Reinaldo passou a manhã de Sexta a espreitar pela janela do contentor, através da qual pôde acompanhar os trabalhos da restante equipa, pouco antes de ser levado para o seu domicílio, numa “carrinha de caixa aberta/ambulância privada” devidamente certificada pela DGS e especialmente preparada para realizar o transporte. Saliente-se o facto de as despesas de transporte terem sido suportadas pela Câmara Municipal, que as descontará ao salário de Cassiano Reinaldo no final do mês. Portanto, não houve lugar a favorecimentos ou tratamentos especiais, como muitos se atreveram a dizer.

Já depois de estar instalado na sua magnífica barraca de dois pisos, situada no bairro de lata mais famoso da Parvalheira, Cassiano Reinaldo fez questão de sossegar os seus seguidores, ao publicar via Instagram, um vídeo onde informa que está assintomático, que se sente bem anímica e fisicamente e que está a tomar todas as vitaminas possíveis de extrair de uma lata de conservas, do macarrão que come ao almoço e ao jantar e das sopas instantâneas que a sua esposa Valgina lhe confecciona com muito amor e carinho.

Reinaldo aproveitou a ocasião para garantir que está a cumprir com todas as recomendações das autoridades da saúde, afirmando que tem mantido o devido distanciamento dos seus filhos, que vivem no piso inferior da barraca. O piso superior foi recentemente construído pelo próprio CR Fede, com o Cassianinho às costas, porque o herói da Parvalheira não perde uma oportunidade para se manter em forma. Coisa de campeão. Todo o piso superior da barraca está assente em quatro barrotes de madeira e é todo ele revestido por placas duplas de zinco, que garantem um perfeito isolamento. Note-se que apenas Valgina sobe ao piso superior para se certificar do estado de saúde de Reinaldo, para lhe levar a alimentação e para dormir, mas sempre com o devido distanciamento, já que Reinaldo dorme sempre sozinho no piso superior do beliche que ambos partilham.

Resta-nos desejar o melhor para Cassiano Reinaldo e que volte depressa, porque ele é mesmo muito importante. Nem quero imaginar o que seria do mundo se não houvesse ninguém que fizesse esse trabalho importante que é a recolha do lixo.

Por qué no te callas, Costa?

O Primeiro-ministro, António Costa, tem vindo a protagonizar algumas das afirmações mais estúpidas, que ficarão registadas para sempre na memória política deste país.

Depois de defender e propor a obrigatoriedade do uso da aplicação StayAway Covid, Costa veio justificar-se dizendo que não aprecia ser autoritário. De facto, ele não gosta nada de impor a sua vontade, apenas aprecia que o obedeçam voluntariamente.

E quando se pensava que a idiotice não poderia atingir um novo recorde, eis que António Costa surpreende toda a gente ao afirmar que considera que é mais restritivo das liberdades o uso obrigatório da máscara, do que propriamente ter uma aplicação”. Foi ainda mais longe ao afirmar que se sente “limitado” com o uso da máscara. Imaginem como se sentirá o pessoal clínico e não clínico que trabalha no combate à pandemia, com todos aqueles equipamentos de protecção individual, escafandros e sei lá mais o quê. E que quando chegam a suas casas têm que se descalçar à entrada, trocar de roupa, higienizar-se de todas as formas possíveis e imaginárias, e evitar o contacto com os familiares com quem coabitam.

Ó senhor Primeiro-ministro, incomóda-lhe assim tanto usar a máscara? E acha mesmo que o uso obrigatório da máscara é mais restritivo? Não me diga que a máscara lhe faz comichão nos pêlos do nariz? Ou então, que lhe faz transpirar muito do lábio superior.

É óbvio que do ponto de vista da protecção dos direitos, liberdades e garantias, a obrigatoriedade do uso da aplicação é muitíssimo mais restritiva e transgressora. Um Primeiro-ministro - com formação jurídica - que não consegue perceber isto tem um grave problema em mãos, daqueles que não saem com álcool-gel.

É profundamente lamentável e incrivelmente patético que um Primeiro-ministro continue a insistir num assunto que não deveria sequer ser objecto de dúvida. Estabelecer um paralelismo entre a obrigatoriedade do uso da máscara e do uso da aplicação no combate à pandemia é a coisa mais ridícula que se ouviu nos últimos tempos. Desde logo, porque o uso da máscara configura a forma mais eficaz no combate à propagação do vírus, porque nem sempre é possível manter o distanciamento físico. Obviamente que se ficássemos todos confinados em nossas casas, essa seria a forma mais eficaz, mas isso só deve ocorrer quando não há outra alternativa. Já o uso da aplicação não tem impacto significativo na contenção da propagação do vírus.

Chega a ser assustador constatar que uma pessoa com tamanhas responsabilidades políticas ainda não tenha sido capaz de perceber que o uso da aplicação não tem qualquer preponderância no combate à pandemia. É absolutamente inócua.

Ainda mais assustador é verificar o tempo que um Primeiro-ministro perde com estas insignificâncias, quando o SNS continua a caminhar para as linhas vermelhas, quando os lares continuam a viver um pandemónio, as escolas a apresentar novos casos todos os dias (e ainda vamos ficar surpreendidos com a sonegação de informação que existe sobre os casos nas escolas e a falta de testes) e, como ainda constatei neste fim-de-semana, cafés e esplanadas a abarrotar de gente “sem máscara”. Suponho que estavam todos muito bem protegidos pela aplicação StayAway Covid.

O Primeiro-ministro, António Costa, não só parece ter tempo de sobra para se entreter com ridicularias, como ainda fomenta a resistência ao uso da máscara, quando afirma que é algo muito restritivo das liberdades e que o faz sentir muito incomodado. Ao comparar e misturar as duas situações – máscara e aplicação – que estão a léguas de distância no que concerne à sua importância no combate à pandemia, Costa está apenas a dar força a todos quantos se recusam a usar a máscara sempre e, pior que isso, a patrocinar o relaxamento e incumprimento das regras que realmente importam.

É caso para dizer: Por qué no te callas, Costa?

E quem foi que mais promoveu o relaxamento?

Depois do estapafúrdio anúncio de que iria propor a obrigatoriedade da utilização da aplicação StayAway Covid, António Costa veio piorar ainda mais a situação ao afirmar que as pessoas precisavam de um abanão.

Costa considera que, agora, as pessoas precisam de um abanão? Que as pessoas relaxaram? Que as pessoas desvalorizam o risco de contaminação? O relaxamento e a desvalorização até podem ser reais, mas não vem de agora. O que raio estão as pessoas a fazer, só agora, que não fizeram durante todo o Verão e até mesmo antes de começar o Verão, logo após o desconfinamento?  Nessa altura não havia vírus, nem risco de contágio? O Primeiro-ministro disse que “não poderia ver os números a aumentar e ficar de braços cruzados”. Mas esteve todo o Verão a cantar como a cigarra e agora quer passar a imagem de formiga trabalhadora.

E onde é que António Costa encontrou a solução para o problema da pandemia? Na aplicação StayAway Covid, como se a aplicação resolvesse o que quer que fosse.

É um ponto que ninguém discute. É que para lá de toda a polémica em volta da protecção de dados e para além de toda a inconstitucionalidade que fere a eventual lei que Costa quer ver aprovada, o mais absurdo é o facto de se estar a perder tempo em discutir a utilização de uma aplicação que tem um efeito inócuo no combate à pandemia. Pode-se afirmar com toda a certeza que esta, ou qualquer outra aplicação semelhante não tem qualquer impacto no combate à pandemia. Mesmo que toda a gente pudesse usá-la sempre, o impacto que a mesma teria na prevenção do contágio seria praticamente nula, desde logo porque a esmagadora maioria das pessoas portadoras do vírus são assintomáticas e não são testadas, pelo que nunca constariam na aplicação. O alcance da aplicação é tão, mas tão redutor, que ver um Primeiro-ministro dedicar-lhe tanta atenção e depositar-lhe uma fé inabalável é tão patético, que dá vontade de exigir a sua destituição do cargo. Ele não pode estar na posse de todas as suas faculdades mentais.

Voltando à parte do relaxamento das pessoas. Se é verdade que muitas pessoas baixaram demasiado a guarda face ao cumprimento das principais regras de prevenção do contágio, isso deve-se, e muito, ao comportamento do próprio Primeiro-ministro e também do Presidente da República. Como certamente todos ainda se lembram, em pleno mês de Maio, logo após o confinamento, quer António Costa quer Marcelo Rebelo de Sousa andaram a incentivar idas à praia (pejadas de gente), às esplanadas, aos restaurantes, e logo de seguida, a espectáculos no Campo Pequeno, Feiras do Livro, etc. Costa e Marcelo fartaram-se de estimular tudo isto.

E ainda tenho bem presente na memória o facto de ter visto as mais altas entidades deste país dizerem que o problema não estava nas praias cheias de gente, onde o distanciamento era manifestamente insuficiente, também não era problema os ajuntamentos dos jovens em tudo que era esplanadas e praças deste país, muitos a caírem de bêbados durante toda a noite, ajuntamentos em restaurantes também não era a causa das cadeias de contágio. Aquilo que diziam era que o problema estava nas pessoas que iam trabalhar e que usavam os transportes públicos. E que o grande problema do contágio era a coabitação. Costa e Marcelo foram os principais promotores do relaxamento.

Costa, que sendo o Primeiro-ministro tem mais responsabilidades no combate à pandemia, pouco ou nada fez ao longo do Verão para reforçar o SNS, pouco ou nada fez para evitar a calamidade nos lares, pouco ou nada fez para preparar o regresso às aulas e, agora que o número dos contágios está a disparar, Costa continua sem apresentar qualquer medida adicional com verdadeiro impacto no combate à pandemia. Costa prefere perder tempo com uma medida inócua, que toda a gente sabe que não vai avançar. Ele próprio sabe isso, e ainda assim insiste em anunciar e avançar com uma medida tão estúpida, a todos os níveis.

Com esta atitude, Costa só dá força aos negacionistas da pandemia, Costa descredibiliza as instituições e chega mesma a brincar com as mesmas, ao colocar a Assembleia da República, a Presidência da República e o Tribunal Constitucional a debater e decidir sobre algo tão estúpido. Costa fez algo ainda pior, que foi colocar todas as futuras medidas necessárias no combate à pandemia a serem vistas como mais um devaneio da governação e a poderem ter menos aderência.

Ou ainda pior do que tudo o que referi, Costa estará apenas interessado em fabricar uma desculpa esfarrapada, para usar quando for atacado por não estar a fazer aquilo que se espera de um governante. Se calhar ainda vamos ver Costa a culpar os outros partidos ou o próprio Tribunal Constitucional por impedi-lo de tomar decisões. Até nos vai fazer lembrar de Passos Coelho, vejam bem.

Marcelo também não fica bem na fotografia ao dizer que “se a lei gerar discussão, poderá ter de a remeter para o Tribunal Constitucional”. Marcelo não foi capaz de dizer qual é a sua convicção sobre o assunto, logo ele que tem formação jurídica e que gosta de papaguear sobre tudo e mais alguma coisa. Se fosse para opinar sobre a melhor cerveja do mundo já tínhamos Presidente. Mas neste caso, como estamos a poucos meses das eleições, não lhe interessa nada criar inimizades em nenhuma das partes, sim, porque ele foi às redes sociais e constatou que esta questão divide as opiniões. É, portanto, um político cuja única preocupação é a sua imagem e a manutenção do seu posto. Ana Gomes esteve bem melhor, ao não ter qualquer problema em expor a sua posição sobre o assunto. E é isso que se espera de um político, assertividade, transparência e rectidão. Sabemos que não é para todos.

Em vários países europeus, onde os números até nem são tão elevados quanto em Portugal já há medidas de confinamento, uso obrigatório de máscara em todo o lado, recolher obrigatório, medidas específicas para o ensino (ex. horários desfasados), fortes incentivos ao teletrabalho, redução do horário nas superfícies comerciais e restauração, etc. Por aqui, as medidas não são muito diferentes das que se verificaram no “período de relaxamento”, aquele que foi patrocinado pelas mais altas entidades da nação, os mesmos que agora falam em abanões.

A figurinha de urso de um chefe de governo

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A triste figura de urso que faz o chefe do governo ao incentivar recorrente e veementemente o uso da aplicação StayAway Covid. Pior que isso é passar-lhe pela cabeça que pode impor, por via da lei, o descarregamento e uso da referida aplicação, como se os cidadãos estivessem obrigados a possuir um smartphone e a usá-lo todos os dias.

Costa nem sequer percebeu que para aprovar uma lei que obrigue os portugueses a usar a aplicação StayAway Covid, terá também que aprovar uma lei que obrigue todos os cidadãos a adquirir e usar (sempre) um smartphone.

Costa é ainda mais ridículo por acreditar que a aplicação StayAway Covid pode ter um papel essencial no combate à pandemia. Costa ainda não percebeu que a esmagadora maioria das pessoas infectadas é assintomática, não é testada e, por conseguinte, a aplicação de nada servirá.

Agora, imaginemos que toda a gente usava a aplicação. Pode António Costa garantir que a linha de saúde SNS 24 estaria em condições de atender todas as chamadas? Pode António Costa garantir que todos os casos suspeitos seriam encaminhados para a realização de testes em tempo útil? Ou assistiríamos a um aumento exponencial de casos em que as pessoas são “obrigadas” a manter-se em quarentena, mesmo sem saber se estão infectadas?

Vários países testaram o uso de aplicações semelhantes muito antes de Portugal. Rapidamente chegaram à conclusão que a sua utilização era praticamente inócua. Por aqui, o básico Primeiro-ministro ainda acredita no Pai Natal.

Máscara obrigatória, mas pode-se fumar

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A Directora-Geral da Saúde, Graça Freitas, disse que a presença de público nos jogos da selecção nacional de futebol servirá para avaliar o comportamento das pessoas, nomeadamente nas entradas e saídas do estádio. Parece que, para a DGS, não é assim tão importante o comportamento dos adeptos dentro do estádio.

Para estes dois jogos de teste foi limitado a acesso a 2500 adeptos, sendo que todos têm que se submeter à avaliação da temperatura à entrada. Foi também informado que os bares do estádio estarão encerrados. Estranha-se que a DGS não tenha detalhado todas as regras para o acesso ao estádio e respectiva saída, bem como o comportamento dentro do estádio. Nada foi dito sobre o uso da máscara, apesar de isso não oferecer qualquer dúvida, contudo, também nada foi dito quanto ao consumo de alimentos e bebidas. As imagens televisivas do jogo de ontem mostraram pessoas a comer dentro do estádio, algo que, na minha opinião não deveria acontecer.

Mas muito pior que isso foi constatar que há pessoas que continuam a fumar, mesmo nos locais onde o uso da máscara é obrigatório. De que é que as autoridades da saúde e o governo estão à espera para proibir, de uma vez por todas, a possibilidade de fumar em recintos públicos, onde há concentração de pessoas?

Há muito que deveria ser proibido fumar em recintos desportivos ou recintos destinados a outros fins. E até mesmo nas praias e esplanadas. Estão à espera de quê?