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Contrário

oposto | discordante | inverso | reverso | avesso | antagónico | contra | vice-versa

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RAPIDINHA

“Stalin assinava um acordo secreto com Hitler. Nove dias depois, começava a II Guerra Mundial”. São os FdP (Fanáticos da Propaganda), uma vez mais, prostrados de quatro e levar com os bacamartes de Washington e a latir a sua propaganda. É verdade que Estaline assinou um acordo com Hitler, em Agosto de 1939. Mas em que consistiu esse acordo? E já que falam na II Guerra Mundial, como é que ela acabou? Não me digam que foi com o desembarque na Normandia… Ah! Os heróis da Normandia!

Quem o diz é a Amnistia Internacional, não sou eu

Será que a AI também é uma organização pró-Putin que anda por aí a espalhar propaganda russa?

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 “As forças ucranianas colocaram civis em perigo ao estabelecer bases e operar sistemas de armas em áreas residenciais povoadas, incluindo escolas e hospitais…”.

“Documentámos um padrão das forças ucranianas colocando civis em risco e violando as leis da guerra quando operam em áreas povoadas”, disse Agnès Callamard, secretária-geral da Amnistia Internacional.

“Investigadores [da Amnistia Internacional] encontraram provas de que as forças ucranianas lançaram ataques a partir de áreas residenciais povoadas, bem como se estabeleceram em edifícios civis em 19 cidades e vilas...”.

“A maioria das áreas residenciais onde os soldados se instalavam ficava a quilómetros de distância das linhas da frente. Havia alternativas viáveis que não colocariam civis em perigo – como bases militares ou áreas densamente arborizadas próximas, ou outras estruturas mais distantes de áreas residenciais”.

“Sobreviventes e testemunhas de ataques russos nas regiões de Donbass, Kharkiv e Mykolaiv disseram aos investigadores da Amnistia Internacional que os militares ucranianos estavam a operar perto das suas casas na altura dos ataques [russos], expondo as áreas [residenciais] ao fogo de retaliação das forças russas. Investigadores da Amnistia Internacional testemunharam tal conduta em vários locais”.

“Investigadores da Amnistia Internacional testemunharam forças ucranianas a usar hospitais como bases militares, de facto, em cinco locais. Em duas cidades, dezenas de soldados estavam descansando, circulando e comendo em hospitais. Em outra cidade, soldados estavam a efectuar disparos perto do hospital”.

“Os militares ucranianos estabeleceram, de forma rotineira, bases em escolas em cidades e vilas no Donbass e na área de Mykolaiv. As escolas foram temporariamente fechadas para os alunos desde o início do conflito, mas na maioria dos casos os prédios estavam localizados perto de bairros civis povoados”. 

A coragem e o patriotismo do Zelensky e da Zelenska

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Enquanto o país enfrenta uma guerra, o Zelensky e a Zelenska andam muito entretidos e divertidos a posar para uma revista de moda. Na verdade, a única coisa que Zelensky tem feito desde o início da invasão foi colocar-se em frente das câmaras. Ele não está interessado em terminar esta guerra (muito menos interessado esteve em evitá-la). O seu único objectivo é aparecer em todo o lado, montado numa enorme campanha de relações públicas concubinada com Washington, que só tem como objectivo convencer a opinião pública internacional acerca da ficção que é transmitida pela comunicação social ocidental.

E ainda há por aí um bando de sem cérebros que considera que este tipo de acções são importantes para chamar a atenção sobre o conflito – foi a desculpa que a madame Zelenska deu nas redes sociais, depois de ter sido criticada. Não deve existir ninguém à face da Terra que ainda não tenha tomado conhecimento da guerra na Ucrânia, ao contrário do que acontece com outras guerras, que duram há mais tempo e que causam muito mais vítimas. Além disso, se a ideia era sublinhar ainda mais a existência do conflito, então porque não destacar as caras daquelas que são as reais vítimas? Qual a necessidade de romantizar uma guerra, que ainda por cima está a correr muito mal para o lado ucraniano?

O objectivo é óbvio: manter as pessoas adormecidas, desfocadas da realidade e, agora, até mesmo a romantizar com o casal maravilha ucraniano que nunca baixa a guarda e está sempre disponível para dar a face às câmaras, enquanto outros dão o peito às balas.

Isto não é a face do heroísmo, muito menos um serviço patriótico prestado ao país. Isto é apenas um insulto a todos quantos estão na linha da frente de combate e todos os cidadãos inocentes que viram as suas vidas reviradas.

À semelhança de Nero, que tocava insanamente a sua lira enquanto contemplava Roma em chamas, também Zelensky prefere posar para revistas de moda e dar entrevistas muito divertidas enquanto o seu país vai encolhendo a cada dia que passa.

O mercado da luz do PSD

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Sobre a polémica gerada pelas declarações do Presidente da Endesa, que disse que “o preço da electricidade iria aumentar 40% ou mais” e subsequente reacção do governo - que desmentiu que pudessem ocorrer tais aumentos de preço na electricidade - o senhor Luz do PSD veio criticar a postura do governo.

Segundo o senhor Luz, o PSD entende que o governo teve “uma postura inaceitável com laivos persecutórios, claramente uma intromissão nas regras de mercado”. Portanto, para o PSD, os sacrossantos mercados não podem ter a intervenção do Estado, mesmo quando um único agente desse mercado decide especular desavergonhadamente e fixar os preços que muito bem lhe apetecer.

É o PSD de sempre, que finge preocupar-se com os cidadãos, mas que nunca admite que se mexa com os sórdidos interesses capitalistas.

"In Pfizer We Trust"

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Há cerca de um ano, Joe Biden dizia que aqueles que tomassem todas as doses da vacina não iriam contrair Covid. Na altura, o Presidente dos EUA instigava de forma muito agressiva e ameaçadora – quase a roçar o insulto – todos os não vacinados para que tomassem a decisão de se vacinar, culpando-os pela situação pandémica.

Um ano depois, Joe Biden contraiu Covid mesmo tendo tomado as quatro doses da vacina. No passado dia 21 de Julho, a Casa Branca anunciou que Joe Biden havia testado positivo. Apesar de estar totalmente vacinado (duas doses + dois reforços), Joe Biden foi ainda sujeito a um tratamento com Paxlovid – o “magnífico” antiviral da Pfizer. Não se percebe por que razão o fez, já que foi ele próprio quem garantiu que com a vacinação completa ninguém teria Covid.

Para quem já não se lembra, foram vários os especialistas que alertaram para o facto de que muitos doentes que foram sujeitos ao tratamento com Paxlovid voltaram a testar positivo à Covid-19 após a recuperação. Claro que os Faucis desta vida apressaram-se logo a dizer que não havia nenhuma relação com a toma do antiviral.

Ironias do destino, quer Biden quer Fauci acabaram por testar novamente positivo à Covid-19, após terminarem o tratamento com Paxlovid.

Mas não há nenhuma razão para alarme, porque In Pfizer We Trust.

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