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Contrário

oposto | discordante | inverso | reverso | avesso | antagónico | contra | vice-versa

Contrário

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RAPIDINHA

Este é dos melhores resumos que a seita de propagandistas vendidos já fizeram. Ele faz o destaque à opinião de um capacho do sistema. Ele demoniza e menciona inimigos imaginários. Ele fantasia sobre uma realidade que só existe na cabeça dos patetas e dos vendidos. Ele também conjectura cenários irreais, próprio de quem acredita em unicórnios. E, para finalizar sempre em grande, ele promove e tenta disseminar o medo nas pessoas. Tenham muito medo! O mais engraçado é mesmo quando afirma que a maior ditadura capitalista, o maior estado oligárquico que existe à face da Terra é a "terra da liberdade e da democracia".

Quem mandou sabotar os gasodutos?

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Certamente foi quem tem as motivações e os meios necessários para o fazer. Com toda a certeza foi quem tem o poder e o controlo sob a União Europeia que, por sua vez, tem o especial hábito de prestar uma servil adulação ao mestre.

A operação de sabotagem aos gasodutos é a maior declaração de guerra alguma vez feita à União Europeia. Nunca ninguém desrespeitou tanto o espaço europeu e a sua economia num só acto, ou dois, vá. Os ataques aos gasodutos Nord Stream 1 e 2 são o maior ataque à soberania – a tão propalada soberania – do espaço europeu e, sobretudo, da sua economia e da vida das suas populações.

Portanto, uma vez mais, o mestre da ilusão defeca com toda a pujança na boca dos líderes europeus, e estes saboreiam como se de um manjar dos deuses se tratasse. Os líderes europeus são a vergonha das vergonhas. Se tivessem o mínimo de decência demitiam-se em bloco. Mas como não têm um pingo de dignidade, terão que ser expelidos, um a um, tal como os troncos de matéria fecal que agora engolem do seu adorado mestre.

Mais um médico de renome (vacinado) que em breve será “um chalupa anti-vacinas”

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Aseem Malhotra é um prestigiado cardiologista britânico. É conhecido por ser um activista pela saúde pública, por escrever vários livros na área da saúde e também por desenvolver vários estudos científicos. Foi um dos primeiros a tomas as primeiras duas doses da vacina, tendo mesmo promovido a sua toma na comunicação social.

Tendo decorrido mais de um ano e meio após a chegada das vacinas contra a Covid-19, a evidência que sustentava a eficácia inicialmente anunciada mudou, sendo que a taxa real de eventos adversos associados à toma da vacina também se agravaram, sobretudo à medida que a população mais jovem foi entrando no processo de vacinação.

Num novo estudo científico, Aseem Malhotra sustenta que dados reais revelam que o risco de sofrer um evento adverso com a toma das vacinas mRNA é significativamente maior do que a probabilidade de vir a ser hospitalizado por COVID-19, especialmente na população menos envelhecida.

Quem quiser consultar o estudo pode fazê-lo nos seguintes links:

https://bit.ly/3dJuN3W

https://bit.ly/3dMKIhV

https://insulinresistance.org

Sugiro que se apressem a ler o estudo enquanto o Dr. Aseem Malhotra não deixa de ser um profissional altamente credenciado e valorizado no meio clínico e científico. É bastante provável que, muito em breve, passe a ser considerado um “anti-ciência”, um “anti-vacinas” e um académico de referência que perdeu as estribeiras, tal como aconteceu a muitos, muitos outros, ao longo dos últimos dois anos e meio. 

A quem serve esta comunicação social?

Nos últimos dias, a comunicação social tem conferido uma imensa cobertura às manifestações contra a mobilização de reservistas na Rússia, dando a entender que há uma grandiosa insurreição contra o Kremlin.

Por outro lado, a mesma comunicação social não passou uma única notícia sobre manifestações – de muito maior dimensão - que ocorreram dentro das fronteiras da União Europeia. Na semana passada ocorreu uma enorme manifestação (muitos milhares de pessoas) em Bruxelas. Já no último Sábado, também vários milhares de pessoas saíram às ruas de Madrid, para protestar contra o colossal aumento do custo de vida.

A quem serve uma comunicação social que está constantemente a camuflar os protestos populares contra as decisões políticas no espaço europeu?

Depois admiram-se – ou talvez não – dos resultados eleitorais na Suécia e na Itália.

Onde é que já se viu mobilizar reservistas?

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O Presidente da Ucrânia - Volodymyr Zelensky - fez um vigoroso apelo à população russa (em russo) para que esta protestasse contra a mobilização de 300 mil reservistas (cerca de 15% do total) levada a cabo pelo seu homólogo, Vladimir Putin.

De facto, como é que Putin se foi lembrar de mobilizar reservistas? Nunca tal coisa se viu. Recrutar reservistas é coisa de ditadores lunáticos. Curiosamente, aqueles que mais desejam a continuidade da guerra são os que agora vociferam contra a mobilização de mais militares. 

Ainda antes do início da invasão, Zelensky - que dizia não acreditar numa invasão russa - já estava a mobilizar reservistas às carradas. E no dia da invasão (24 de Fevereiro de 2022), Zelensky decretou a "mobilização geral da população" e proibiu todos os cidadãos ucranianos do sexo masculino, com idades entre os 18 e os 60 anos, de sair do país.

Zelensky demonstra, agora, muita preocupação e até uma certa "compaixão" para com a angústia que os familiares dos reservistas russos estarão a sentir neste momento. É no mínimo curioso, já que durante pelo menos três anos não foi capaz de demonstrar qualquer compaixão para com o sofrimento das populações massacradas no Donbass.

Este tipo tem jeito para a comédia.

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Nuclear bom, nuclear mau

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Após o recente discurso à nação efectuado por Vladimir Putin choveram as habituais e ferozes críticas dos políticos da União Europeia, do Reino Unido e dos EUA, que acusaram e desataram a bater no Presidente da Rússia, por este ter deixado no ar a ameaça de recorrer ao uso de armamento nuclear na Ucrânia.

Vejamos, em nenhum momento do seu discurso, Putin disse que usaria armas nucleares, mas assumamos que isso ficou implícito quando referiu que, se necessário, “usaremos tudo o que temos à disposição”. Partindo dessa assunção é aceitável que qualquer pessoa se possa sentir ameaçada, preocupada e indignada, ao ouvir um líder mundial falar dessa forma. E, consequentemente, que se manifestem de acordo com o que sentem.

Mas o mais curioso de tudo isto é constatar a especial selectividade que muita gente tem para muito se indignar com algo que é dito por uma pessoa. Já quando a mesma coisa é dita – com todas as letras e sem qualquer reserva – por outra pessoa, não só não se verifica qualquer laivo de indignação ou preocupação, como ainda a ovacionam, como se de uma heroína se tratasse. Infelizmente é assim que funciona no chamado mundo ocidental.

Há menos de um mês, numa entrevista ao Daily Mail online, o “jornalista” de serviço (um perfeito modelo da sua classe) perguntou a Liz Truss, sobre a eventualidade de esta se confrontar com a decisão de recorrer ao uso de armas nucleares: “Will you press the button?”. Desprovida de qualquer emoção no rosto e com toda a frieza do mundo, Liz Truss respondeu muito prontamente: “Acho que é um dever importante do Primeiro-ministro e estou pronta para o fazer”. E os presentes na sala aplaudiram vigorosamente a apoteótica “aniquilação do planeta”.

As afirmações da senhora Truss não abriram noticiários, não fizeram capas de jornais, não escandalizaram os políticos humanistas do Ocidente, não causaram indignação nas redes sociais, e os carneirinhos mantiveram-se mudos e quedos no pasto, pois dessa vez ninguém os mandou balir.

O judeu com guarda-costas nazis

O presidente ucraniano - Volodymyr Zelensky - publicou uma fotografia nas redes sociais que mostrava um dos seus guarda-costas a ostentar um emblema que faz referência à unidade de guarda-costas pessoal de Adolf Hitler.

No dia 13 de Setembro, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky realizou uma visita surpresa à cidade de Izyum, na região de Kharkov, para efectuar a habitual sessão de fotografias e vídeos tendo em vista a viralização. Durante a visita, um dos soldados que fazia a guarda a Zelensky foi fotografado usando um emblema nazi no seu colete.

Assim que a imagem começou a receber críticas nas redes sociais, as contas oficiais do presidente ucraniano no Telegram e no Facebook realizaram, muito discretamente, uma operação especial de apagamento da mesma.

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Prendam esses insubordinados

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Nos últimos dias ocorreram vários protestos contra a monarquia no Reino Unido, tendo a polícia actuado de forma repressiva e ameaçadora sobre os manifestantes. Um dos indivíduos envolvido nos protestos chegou mesmo a ser detido pela polícia, porque gritou: “Quem o elegeu?”, aquando da proclamação do novo rei, Carlos III, em Oxford.

Em Londres, outro activista foi ameaçado de prisão pelas autoridades policiais, por estar a segurar um papel em branco. O activista pretendia escrever “Not My King” nesse mesmo papel, mas ainda antes de o fazer já estava a ser ameaçado pela polícia, que o acusou de estar a perturbar a Lei de Ordem Pública.

Anteriormente, em Edimburgo, já haviam ocorrido algumas situações semelhantes. Ora, parece óbvio que as autoridades policiais já estavam preparadas para pôr cobro a qualquer protesto que pudesse surgir de entre os súbditos.

Mas esta gente anda doida ou o quê? Então, esqueceram-se das regras fundamentais da boa convivência das sociedades ocidentais? Não sabem que a liberdade de expressão nas democracias ocidentais é um direito conferido apenas aos que obedecem como carneirinhos e prestam a devida vassalagem ao poder instituído?

God save the queen

A fascist regime

They made you a moron

(...)

In England's dreaming

Para António Costa a Segurança Social é uma coisa do futuro

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Depois de ter trapaceado os pensionistas com o seu pacote de “ajuda” às famílias, António Costa apressou-se a dar seguimento ao cumprimento das suas patranhas, numa tentativa desesperada de cimentar ou seu ludíbrio aos portugueses acerca do saque que acabara de fazer aos pensionistas. Costa tem razões para não renegar este seu especial vício. É que ele tem produzido excelentes efeitos nos seus desígnios pessoais e políticos. Costa já mostrou a sua verdadeira face há muito tempo e, ainda assim, os portugueses entregaram-lhe o poder absoluto numa bandeja. Não admira que ele se sinta tão confortável no exercício da prescrição dos seus ditames.

Mas quando eu achava que Costa iria aproveitar a comoção generalizada do momento - que tanto tem arrebanhado a atenção dos súbditos – para deixar a polémica cair no esquecimento, eis que o Primeiro-ministro, não satisfeito com as suas manobras ilusionistas, volta a falar aos portugueses dizendo que “por muita pancada que leve” não tomará nenhuma decisão que “ponha em causa a sustentabilidade ‘futura’ da Segurança Social”. No fundo, o que ele quis dizer foi algo do tipo: para que no futuro (lá muito prá frente) os pensionistas vejam os seus direitos sociais garantidos, eu vou aproveitar esta superinflação para lhes cortar, imediatamente, nos direitos já adquiridos, até porque a maioria dos pensionistas aufere elevadíssimas reformas. Passos Coelho e a troika não diriam nem fariam melhor.

A afirmação de António Costa é bastante esclarecedora daquilo que ele pensa sobre o papel da Segurança Social e a consideração que tem para com quem trabalhou toda a vida. Para o Primeiro-ministro, a Segurança Social é uma coisa do futuro e é por essa razão que ele não se coíbe em “roubar” os mais frágeis no presente, em nome de uma suposta e sustentável Segurança Social futura que, talvez num futuro muito longínquo possa garantir o apoio social a quem mais dele necessita. Mas isso é só para o futuro, porque do ponto de vista de António Costa, a situação de vida actual não exige uma Segurança Social que cumpra com a sua função já, no presente.

Costa voltou a mentir despudoradamente sobre o facto de não estar a usurpar rendimento aos pensionistas. E a refugiar-se em manobras de semântica primária, quando diz que "em Janeiro de 2024 nenhum pensionista receberá menos do que em Dezembro de 2023". A questão não é a de que em Janeiro de 2024 os pensionistas não vão receber menos do quem em Dezembro 2023, mas sim o facto de que irão receber menos daquilo que deveriam receber, caso o senhor Primeiro-ministro não pusesse em prática esta sua manobra ardilosa, que só tem como objectivo retirar rendimento aos pensionistas. Por outras palavras, António Costa vai reduzir o aumento a que os pensionistas teriam direito. Em bom português, António Costa está a roubar rendimento aos pensionistas.

Mas a questão não se prende apenas com o que vai acontecer a partir de Janeiro de 2024. Já em 2023, os pensionistas irão receber menos daquilo que lhes é devido por lei. Vão receber menos porque António Costa decidiu avançar com um adiantamento correspondente a metade do valor que deveriam receber ao longo do ano de 2023, já no próximo mês de Outubro. Portanto, se considerarmos o valor que os pensionistas vão receber no próximo mês de Outubro mais aquilo que irão receber ao longo do ano de 2023, os pensionistas não irão receber nem mais nem menos do que lhes é devido por lei. Mas, então, onde é que isto constitui uma ajuda aos pensionistas, senhor Primeiro-ministro?

Ao António Costa só falta dizer que o seu governo está a prestar uma enorme ajuda aos pensionistas, porque não lhes está a cortar na pensão com efeitos imediatos. Creio que os pensionistas prefeririam não receber este “bónus” de 50% em Outubro e receber a pensão devida a partir de Janeiro de 2023. E dessa forma teriam uma base de incidência maior para o cálculo do aumento a verificar-se em Janeiro de 2024. E, já agora, receber também os 125 euros que Costa entendeu que eles não têm direito, porque são portugueses de segunda e, acima de tudo, porque são um pesado fardo para a Segurança Social, e por essa razão têm que ser castigados.

É preciso não ter mesmo um pingo de vergonha na cara. Quando é para salvar bancos ou para sustentar guerras a leste, a fonte jorra o que for necessário.

E a comunicação social é complacente, pois não é capaz de questionar o Primeiro-ministro, ou pior ainda, não é capaz de confrontar as suas declarações com a verdade. E muito pior que isso, ainda propagandeia as suas falácias. É assim que se arrebanha maiorias.

Está visto que António Costa não está interessado em encontrar soluções para os problemas actuais e governar no presente. Não, Costa governa para o futuro. É um visionário. O presente não é com ele, excepto o presente envenenado que decidiu ofertar aos pensionistas. 

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