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Contrário

oposto | discordante | inverso | reverso | avesso | antagónico | contra | vice-versa

Contrário

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RAPIDINHA

De certeza que são luas? Não serão balões "espiões" da China?

Christine McVie (1943 - 2022)

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For you, there'll be no more cryingFor you, the sun will be shiningAnd I feel that when I'm with youIt's alright, I know it's right
To you, I'll give the worldTo you, I'll never be cold'Cause I feel that when I'm with youIt's alright, I know it's right
And the songbirds are singing,Like they know the scoreAnd I love you, I love you, I love youLike never before
And I wish you all the love in the worldBut most of all, I wish it from myself
And the songbirds keep singingLike they know the scoreAnd I love you, I love you, I love youLike never before, like never before,Like never before

A consistência da comunicação social ocidental

Nos últimos anos ocorreram inúmeros e massivos protestos contra as políticas Covid-19 implementadas pelos governos ocidentais. Protestos contra os confinamentos, contra os certificados de vacinação, contra a vacinação obrigatória, etc. Ocorreram manifestações em vários países (EUA, Canadá, Austrália, Reino Unido e em vários países da União Europeia). A comunicação social relatou esses protestos como sendo praticados por um bando de chalupas anti-ciência, anti-vacinas e de extrema-direita. Recordemos que muitas das pessoas que protestaram foram perseguidas, canceladas, discriminadas, sendo que muitas viram as suas contas bancárias congeladas e muitas outras perderam os seus empregos.

Agora, a mesma comunicação social descreve os protestos na China – aos quais confere muito maior destaque – como extraordinárias manifestações pela liberdade, exultando e rejubilando com a enorme coragem dos bravos manifestantes. E até referem que os manifestantes estão a exigir a queda do regime de Xi Jinping. Claro que esse tipo de propaganda não é um objectivo da comunicação social ocidental. Claro que não. Eles estão apenas muito preocupados com os direitos e as liberdades da população chinesa.

Consistentes, não haja dúvida.

Eles “continuem” por aí

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Há precisamente 47 anos, dezanove meses depois do Dia da Revolução, os contra-revolucionários conseguiam impedir o processo de concretização dos ideais do “25 de Abril”, cobrindo todos os fascistas com um disfarce democrático que dura até hoje.

Muitos deles não demonstram nenhum rebuço em celebrar esse belo dia da história da Democracia portuguesa, que os amnistiou e os consagrou como verdadeiros “democratas”, porém, muitos outros preferem manter a táctica da dissimulação, não vá a porta escancarar-se em demasia.

A verdade é que todos eles “continuem” a andar por aí.

A “ciência” está de saída

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Anthony Fauci. Um verosímil criminoso que deveria estar na prisão, devido à sua participação no desenvolvimento de pesquisas de ganho de função no laboratório de Wuhan que, muito provavelmente esteve na origem da pandemia Covid-19 e na morte de milhões de pessoas, para além de todos os outros males que assolaram e ainda assolam o mundo. Fauci é um mentiroso patológico. Fauci mentiu sobre tudo. Mentiu sobre a Covid-19, sobre as suas opções de tratamento, mentiu sobre a ivermectina, mentiu sobre o uso de máscaras, mentiu sobre a imunidade de grupo, mentiu sobre a imunidade natural, mentiu sobre as vacinas, mentiu sobre a origem do vírus, mentiu sobre as manobras de “gain-of-function” desenvolvidas no laboratório de Wuhan (promovidas por ele próprio), mentiu sobre tudo e mais alguma coisa desde o início da pandemia. E continua. Esta Terça-feira, na sua última aparição na Casa Branca, Fauci voltou a enfatizar a necessidade de vacinar "toda a gente" com as vacinas contra a Covid-19, afirmando que os dados demonstram que são extremamente seguras e espectacularmente eficazes. E ainda acrescentou que, neste momento, os dados demonstram que uma pessoa não vacinada tem uma probabilidade de morrer 14 vezes superior a uma pessoa vacinada e revacinada. Disse-o, mesmo depois de o próprio CDC ter reconhecido uma realidade completamente diferente. 

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E continuou com a sua pérfida campanha de demonização das pessoas não vacinadas, continuou a não falar da importância da vitamina D e a recomendar veementemente a toma da mais recente vacina, aquela que nem sequer chegou a ser testada. Perdão, foi testada sim senhor. Foi testada em oito ratinhos.

Portanto, no seu último dia na Casa Branca, Fauci – que se considera “a ciência” - actuou à sua imagem e semelhança, como um verdadeiro gangster ao serviço da big pharma.

Fauci está de saída do cargo que ocupou por demasiado tempo. À sua espera está uma reforma anual de 400 mil dólares, mais uma série de participações em conferências, seminários e outras rendosas conezias.

All brought to you by big pharma.

Um palhaço no púlpito a propagar patranhas para uma plateia de patetas

Curiosas coincidências

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Quando o Paquistão demonstrou maior sintonia com a Rússia, foi alvo de um golpe de Estado e, por muito pouco, o seu antigo líder (Imran Khan) não foi assassinado. Quem será que esteve por detrás desse atentado?

Quando o Irão se mostrou mais próximo da Rússia, foi (e continua a ser) alvo de uma tentativa de mudança de regime. Quem será que está a manipular a mudança de regime?

Recentemente, a Turquia também demonstrou estar mais próxima da Rússia (negócio do gás) e foi imediatamente alvo de um ataque terrorista. Ataque que foi perpetrado por uma mulher síria com fortes ligações aos curdos do PYD e YPG (braços do PKK), que são um grupo de terroristas sírios protegidos, treinados, armados e instrumentalizados pelos EUA que, por sua vez, ocuparam o nordeste do território sírio, de onde continuam a roubar-lhes os seus recursos, nomeadamente o petróleo.

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Sobre este atentado, o ministro do Interior turco disse: “Nós sabemos como este evento foi coordenado. Nós sabemos de onde foi coordenado. Nós sabemos qual a mensagem que nos enviaram. E eu volto a enfatizar, nós não aceitamos as condolências do embaixador americano. Nós rejeitamo-las.”

Entretanto, a polícia italiana deteve um grupo de neonazis com ligações ao batalhão de Azov, que estava a planear um ataque terrorista em Itália. As autoridades italianas apuraram que o objectivo desses neonazis era provocar um atentado com recurso a explosivos num centro comercial e outro numa esquadra de polícia em Nápoles. Portanto, um ataque contra civis e contra a polícia. Nem uma notícia na comunicação social portuguesa. Não vá alguém pôr-se a pensar que afinal o problema do neonazismo na Ucrânia não é assim tão pequeno, até porque já ultrapassou largamente as suas fronteiras.

Saliente-se que se trata de neonazis pertencentes ao batalhão de Azov e à milícia “Right Sector”. Isto é apenas mais um dos pérfidos resultados do envio de armas para a Ucrânia que, como as autoridades sabem mas escondem, grande parte delas não vai parar às mãos dos combatentes ucranianos, mas de grupos neonazis e milícias terroristas.

E porquê atacar a Itália? Porque o novo governo decidiu não enviar mais armas para a Ucrânia, limitando o seu apoio a ajuda financeira e humanitária.

A tudo isto, podemos e devemos recordar os ataques aos gasodutos Nord Stream I e II (um verdadeiro atentado à soberania da Europa, sobretudo da Alemanha), que os investigadores suecos dizem saber que os praticou, mas que se recusam a dizer quem foi. Porque será?

Portanto, os maiores terroristas do planeta continuam a espalhar a sua perfídia “around the world” e os patetas de serviço continuam a fazer-lhes a devida vénia. 

E sanções para o Qatar, não?

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Anda toda a gente tão indignada com as tremendas violações dos direitos humanos no Qatar, contudo ainda não vi ninguém a exigir a aplicação de sanções contra esse país. Curioso, visto que as sanções estão muito na moda por estes lados. E a maioria do povão até parece gostar dos seus efeitos.

Como é que é? Quero ver esses braços no ar! Bora lá conferir alguma coerência a essas indignações tardias e fajutas, e pressionar o “cabeção” da Europa, no sentido de se aplicar sanções a essa vergonha de país que não respeita os direitos humanos. Ou então "esqueçamos isto".

Hipócritas.

A aNATOmia do terror

Da "brutal provocação terrorista" ao "incidente sem importância"

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Caiu um míssil (ou dois, a informação não é precisa) na Polónia que, infelizmente causou a morte a duas pessoas. Ora se cai um míssil, a culpa é de quem? Dos russos, claro. Nem sequer importa perder tempo em saber quem foi, porque quando acontece uma coisa má, a culpa é automaticamente atribuída aos russos. “Foram os russos porque eles são uns terroristas sanguinários”. Ah…esperem, esperem… Parece que afinal o míssil foi lançado pelo lado ucraniano… “Ah sim? Então foi um incidente sem importância”. “Mas a culpa continua a ser dos russos, porque se eles não tivessem atacado, os ucranianos não se enganavam nos pontos cardeais e não confundiam o leste com o oeste”. Gentalha asquerosa.

Os defensores da escalada do confronto - e da Terceira Guerra Mundial - não perderam nem um segundo e vieram logo condenar a Rússia (com a habitual dose de raiva e ódio congénitos), exigindo que a OTAN dê uma resposta à altura e de acordo com o famoso artigo quinto, que diz que quando um país membro da OTAN é alvo de um ataque, todos os outros têm a obrigação de o defenderem e responder a esse ataque. Por outras palavras, os “claqueiros” do apocalipse ficaram em pulgas com a possibilidade de um conflito de larga escala e trataram logo de fazer rufar os tambores da guerra e aumentar a pressão nesse sentido, através da manipulação da opinião pública, claro. O habitual.

Imediatamente após o ataque na Polónia, Zelensky vestiu a sua t-shirt verde e disse o seguinte: “Mísseis russos atingiram a Polónia, território de um país nosso amigo. Pessoas morreram. Por favor aceitem as condolências de todos os irmãos ucranianos. Polónia e estados bálticos… É só uma questão de tempo até que o terror russo vá mais longe. Nós temos que colocar os terroristas na ordem.”. E exigiu que a OTAN responda massivamente contra a Rússia. Enfim, Zelensky só fez o habitual teatrinho para engrupir pacóvios.

Mas como a "operação de bandeira falsa" levada a cabo pelo regime de Zelensky foi tão mal executada, à OTAN não restou outra alternativa senão ter que confirmar que o ataque foi perpetrado pela Ucrânia (por acidente, pois claro) e não pela Rússia. No entanto, Zelensky continua fiel ao guião que lhe foi entregue e insiste em sustentar que se tratou de um ataque terrorista por parte da Rússia. Vejamos, o Zelensky tem toda a razão em continuar a insistir no desempenho do papel que lhe foi atribuído. Então, anda o indivíduo há nove meses a actuar todos os dias perante as câmaras do mediatismo – e até já recebeu um Óscar – e nunca ninguém o desmentiu, muito pelo contrário, sempre o apoiaram. E agora ninguém alinha na patranha?

Fica-se até com a sensação de que a OTAN está prestes a puxar a serapilheira que ainda segura o “herói” da t-shirt verde. E se a isso juntarmos o facto de que em Washington começam a ser muitas as vozes que se erguem contra os incentivos à manutenção e escalada do conflito, e que defendem a realização de conversações de paz com a Rússia, essa sensação ganha ainda mais força.

Uma outra preciosidade que se ouviu nas últimas horas foram as declarações do secretário-geral da OTAN, que disse que “é urgente parar com o conflito” e que “o caminho da OTAN passa por apoiar a Ucrânia, no que toca a reforço militar, mas também abrir caminho para futuro diálogo de paz”. Jens Stoltenberg entende que é preciso “apoiar a Ucrânia para que esta possa estar em melhores condições para se sentar à mesa de negociações com a Rússia”. O quê?

Se o objectivo é o de colocar a Ucrânia em melhores condições de negociar a paz, então não deveria ter avançado para a mesa das negociações há já muitos meses? Não deveria a OTAN ter pressionado Zelensky para um acordo de paz logo no início da invasão? Que raio de "melhor posição negocial" ganhou a Ucrânia com o desenrolar do conflito? A resposta é rigorosamente nada, muito pelo contrário. A Ucrânia só perdeu, em vidas humanas e em território (cerca de 20%, por enquanto), que jamais recuperará.

Portanto, se ainda restava dúvidas a alguém, as declarações do senhor Stoltenberg e a alteração da postura da OTAN só vêm demonstrar que os objectivos desta organização eram apenas os de instrumentalizar a Ucrânia numa guerra contra a Rússia, de tentar enfraquecer a posição da Rússia no panorama mundial e, simultaneamente, acabar com o abastecimento de petróleo e gás à Europa (para que sejam os EUA a fornecer) e – por último, mas não menos importante – para fazer jorrar milhares de milhões para a indústria de armamento norte-americana.

A OTAN (ou NATO, como preferirem) é apenas isto – uma organização que só serve para veicular e branquear os mais sórdidos intentos do maior estado terrorista à face do planeta.

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