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Contrário

oposto | discordante | inverso | reverso | avesso | antagónico | contra | vice-versa

Contrário

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RAPIDINHA

“Stalin assinava um acordo secreto com Hitler. Nove dias depois, começava a II Guerra Mundial”. São os FdP (Fanáticos da Propaganda), uma vez mais, prostrados de quatro e levar com os bacamartes de Washington e a latir a sua propaganda. É verdade que Estaline assinou um acordo com Hitler, em Agosto de 1939. Mas em que consistiu esse acordo? E já que falam na II Guerra Mundial, como é que ela acabou? Não me digam que foi com o desembarque na Normandia… Ah! Os heróis da Normandia!

Querem mais provas de uma comunicação social vendida?

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Quem manda no mundo ocidental – desde sempre – são um pequeno grupo de oligarcas que são comummente apelidados de grandes empreendedores ou génios disto ou daquilo. Para os patetas que controlam a narrativa ocidental, oligarcas só existem na Rússia.

Este criminoso bando de oligarcas ocidentais controla todo o poder político e toda a comunicação social. E é por essa razão que nunca se viu tantos carneirinhos amestrados, a fazer tudo aquilo que eles lhes dizem para fazer.

Mas ainda muito pior que isso é constatar que, desde há algum tempo, todos quantos se atrevem a protestar contra o poder instituído são automaticamente rotulados de “fascistas”, “populistas”, “extrema-direita” ou até mesmo de “anti-semitas”. A vendida e sodomizada comunicação social tem um rótulo para aplicar a todos quantos se atrevam a pôr em causa o poder estabelecido.

E aqui fica mais um exemplo. Um belo exemplo daquilo que é o actual “jornalismo”, a “liberdade de imprensa” e a “democracia” que se vive no “mundo ocidental”. O massivo protesto dos agricultores em vários países europeus não é um protesto democrático contra o actual poder. É "mais um tónico para a extrema-direita". Tal como todos aqueles que criticam a administração Biden são "pró-Trump" e de "extrema-direita", tal como todos os que criticam o regime de Zelensky são "pró-Putin" e de "extrema-direita", tal como todos os que criticam Israel são "anti-semitas", ou ainda, tal como todos os que criticaram as medidas fascistas impostas pelo poder durante a pandemia também era "chalupas de extrema-direita".

Já agora, saliente-se o facto de a comunicação social só há poucos dias ter começado a dar algum destaque ao protesto dos agricultores. Para quem não sabe, o protesto dos agricultores contra as políticas europeias começou há vários meses.

Democracia saudável é aquela em que todos obedecem caladinhos, sem um único protesto e a balir muito afinadamente a cantiga do pastor.

Se esta comunicação social estivesse ao serviço há 50 anos, teria dito que a Revolução de Abril foi uma rebelião perpetrada por um grupo de fanáticos de extrema-direita. 

Quem fala em "salário médio" está-se a marimbar para o salário mínimo

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A (ou será “o”?) Iniciativa Liberal, pela voz do seu líder Rui Rocha, promete um “salário médio” de 1500 euros líquidos até ao final da próxima legislatura. 

Desde logo importa esclarecer o que significa “salário médio”. Será que alguém já foi abordado por algum empregador que lhe tenha proposto auferir o “salário médio”? Certamente já todos ouvimos alguém dizer que ganha o salário mínimo, mas nunca ninguém ouviu alguém dizer que ganha o salário médio.

Obviamente que não é difícil perceber que existe um valor médio salarial auferido pelos portugueses, basta somar toda a massa salarial e dividi-la pelo número de assalariados. Mas isso não significa que se possa dizer que existe um “salário médio”, porque esse valor não está (nem pode estar) estabelecido por lei. Aqueles que muito falam em “salário médio” fazem-no com o único objectivo de mistificar os eleitores, levando-os a acreditar que estão verdadeiramente interessados em proceder a um aumento generalizado e equitativo de todos os salários.

Pode-se fazer com que o valor médio da massa salarial aumente por diversas formas. Desde logo, através do aumento dos salários mais baixos e, imperativamente através do aumento substancial do salário mínimo nacional. Também podemos aumentar o valor médio da massa salarial (vulgo “salário médio”) através do aumento dos salários mais elevados.

Se considerarmos dois valores salariais referentes a dois trabalhadores, um de 820 euros mensais e outro de 2500 euros mensais obtemos um valor médio de 1660 euros. Se optarmos por aumentar o salário de 2500 para os 3000 euros mensais, o valor médio sobe para os 1910 euros mensais. Mas, apesar de o “salário médio” aumentar em 250 euros, o desgraçado que aufere os 820 euros continua na mesma.

É certamente isto que a gentinha da Iniciativa Liberal pretende fazer para proceder ao aumento do valor médio da massa salarial. Se não fosse essa a sua intenção, começariam por falar em aumentar significativamente o salário mínimo.

Para já, o que a Iniciativa Liberal deixou bem claro é que, qualquer que seja a forma que pretende implementar para fazer subir o “salário médio”, ela passará sempre por ser feita através do Estado. Ou seja, a Iniciativa Liberal quer que o aumento dos salários seja efectuado pelo Estado (por via da drástica redução fiscal) e não pelos detentores do capital, que continuarão a aumentar o nível de riqueza acumulada, por via da continuada exploração da classe trabalhadora.

Quem não os conhecer que os compre.

A histeria dos “vendedores” de vacinas

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Após a contabilização de três casos de sarampo em Portugal, os fundamentalistas das vacinas apareceram logo – com a habitual histeria que os caracteriza – a apelar à vacinação.

Importa salientar que os três casos verificados são “importados”, ou seja, são cidadãos estrangeiros que viajaram para Portugal. Mas, ainda assim, os histéricos não perdem uma única oportunidade para martelar a propaganda que serve a caixa registadora dos laboratórios.

Quer o poder político, quer a comunicação social (que bem que eles se dão!) afinam sempre pelo mesmo diapasão: vacinar, vacinar, vacinar. E berram aos sete ventos que a situação em Portugal está controlada devido à vacinação. Errado. A situação em Portugal está controlada devido à elevada imunização da população. Convém recordar que a maioria da população portuguesa não está vacinada contra o sarampo, mas está imunizada, porque teve a doença.

Portanto, o nível de imunização é muito elevado em Portugal e isso deve-se – na maior parte – ao facto de as pessoas terem tido a doença. Obviamente que a vacinação também contribui para essa imunização, mas em menor quantidade.

O facto de esta tropa-fandanga aproveitar toda e qualquer situação (até mesmo, três singelos casos) para propagandear a narrativa das vacinas, o facto de quererem forçar que a água corra sempre para o mesmo moinho, demonstra bem quais os interesses que servem.

Por último, convém ainda salientar que o sarampo é uma doença com uma taxa de mortalidade baixíssima. Antes da existência da vacina, praticamente todas as crianças tinham a doença. Era algo que fazia parte do currículo. Ficava-se uns dias em casa e assunto encerrado.

“Ai e tal, mas existe uma vacina que pode evitar a doença”. Muito bem, quem a quiser pode tomá-la, quem a não desejar não deve ser forçado a tal. Tão simples quanto isso. 

Aquilo que Manuel Pizarro, toda a classe política e toda a comunicação social nunca falam é sobre o excesso de mortalidade que se verifica em Portugal e em todo o mundo ocidental, desde a pandemia. Bem se vê que estão muito preocupados com a saúde das pessoas. 

Jornalista norte-americano assassinado pelo regime de Zelensky não é notícia

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Gonzalo Lira, um jornalista com nacionalidade norte-americana foi detido na Ucrânia, pelo "crime" de se ter atrevido a criticar os governos de Zelensky e de Biden. Gonzalo Lira foi torturado na prisão, onde acabou por ser assassinado pelo regime de Zelensky. A administração Biden tomou conhecimento de tudo o que se passou desde o início. Saliente-se que Gonzalo Lira já havia sido detido em 2022, tendo sido novamente detido no ano passado.

Gonzalo Lira chegou mesmo a fazer um vídeo (o seu último) onde explicava a razão pela qual iria tentar fugir do país - para não ser assassinado pelos algozes de Zelensky, na prisão. Nada disto foi suficiente para que a administração Biden pudesse intervir e evitar o destino fatídico deste cidadão (jornalista) com nacionalidade norte-americana. E bastava um simples telefonema da Casa Branca. Mas nem uma palavra foi dita por qualquer responsável da administração Biden, muito pelo contrário, a administração Biden apoiou a detenção e a tortura do jornalista norte-americano, sabendo perfeitamente que isso resultaria na morte de um compatriota.

E se o poder em Washington teve este comportamento, também nenhum órgão de comunicação social deu cobertura a este acontecimento. Nem uma simples linha foi redigida sobre a perseguição, a detenção, a tortura e o assassinato de um colega de profissão. Mais, um colega de profissão do “mundo ocidental”, mas que padecia do pecado capital de não alinhar na propaganda de Washington.

E é assim que actua a comunicação social perante todos aqueles que não alinham ou ousam criticar a actuação do poder ocidental. A comunicação social ignora, cancela e/ou demoniza todos quantos se atrevam a divergir da narrativa imposta pelo poder. É assim que eles defendem a liberdade de expressão e a liberdade de imprensa.

Lembram-se como, em que quantidade e com que destaque foi noticiado o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi? É só comparar a atitude da comunicação social ocidental perante estes dois casos e retirar as óbvias e gritantes diferenças. E imaginemos, ainda, o que estaria a dizer a comunicação social ocidental se isto tivesse acontecido na Rússia ou na China.

Outro jornalista que também se encontra - há muito tempo - na mira do poder norte-americano é Julian Assange. E veja-se como a comunicação social ocidental está interessada em defender mais um colega de profissão, que se encontra detido há vários anos, sob enorme tortura psicológica, apenas porque se atreveu a expor os escabrosos crimes cometidos por Washington.

Não há pior ditadura do que aquela onde a comunicação social age com total obediência e concordância para com a actuação e a narrativa daqueles que detêm o poder.

Por mim podiam implodir todos. A democracia sairia reforçada. 

Mais dois criminosos a desfilar, em Davos

O primeiro, o Presidente de um país (forjado) que comete genocídio contra o povo indefeso de um país roubado. Um Presidente, cujo seu exército “nazionista” aniquila milhares de crianças e que tem o desplante de aparecer perante as objectivas do mediatismo (suas amigas) com a fotografia de uma criança sequestrada. Como se estivesse minimamente preocupado com essa criança.

É o mesmo Presidente que afirma que “a questão, que o mundo tem de enfrentar cara a cara, sem se nem mas, a razão é o império do mal em Teerão, que gasta milhares de milhões de dólares em armas, e dinheiro para perturbar toda a estabilidade do mundo e da região. Atacaram forças dos EUA há duas noites”.

Bem, por breves instantes eu pensei que ele ia ter – ali mesmo no covil das bestas – o maior acto falhado da história. Quando ele referiu “império do mal”, “milhares de milhões de dólares em armas” e “dinheiro para perturbar toda a estabilidade do mundo e da região [Médio Oriente]”, eu pensei, ele vai mesmo assumir que os seus concubinos americanos são o maior mal do planeta. Mas não, claro que não. Ele estava a referir-se ao Irão, vejam bem. E disse-o, obedecendo à cartilha de Washington, para justificar aquilo que eles (Israel) e os seus amásios mais desejam – escalar o conflito no Médio Oriente, pôr a máquina registadora do complexo militar-industrial a facturar ainda mais e desestabilizar a região e o mundo. A mesma estratégia de sempre.

O criminoso Herzog ainda se queixou que o Irão atacou forças dos EUA. Deveria começar por explicar a razão pela qual "as forças dos EUA" se encontram a milhares de quilómetros de casa. 

Agora, muito brevemente, o segundo criminoso. O Kuleba. Não há muito que dizer do Kuleba. Apenas que, não poderia ter um nome mais apropriado, o ministro dos negócios estrangeiros de um governo que está completamente de quatro – e todo satisfeito - a “lebar” com os bacamartes de Washington.

Para Montenegro, "gerir melhor" significa privatizar

Para Luís Montenegro e a sua AD, "gerir melhor" a "coisa pública" significa entregar a gestão aos privados. E, entenda-se por "privatizar", a entrega (muitas vezes gratuita ou até mesmo muito bem paga pelo Estado) de património público e de "vacas leiteiras" aos seus amigos privados.

É a maior assunção de incompetência e, acima de tudo, de uma enorme perversidade que alguém que se candidata ao cargo de maior gestor do país pode apresentar.

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50 mil milhões de euros para a Ucrânia

Não falta dinheiro na União Europeia, falta é no bolso dos europeus

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A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, espera que os 27 Estados-membros da União Europeia cheguem a acordo para avançar com a ajuda de 50 mil milhões de euros à Ucrânia. Ursula von der Leyen afirmou que este apoio é uma prioridade sua.

Portanto, para a “Frau Genocídio”, a prioridade é a Ucrânia – um país que não faz parte da União Europeia e dificilmente fará. Para este escroque a prioridade não é o povo europeu. Ela lá terá as suas razões. Afinal, por que razão Ursula von der Leyen se deveria preocupar com o povo europeu? Ela não foi eleita por eles, nem tem que responder perante eles.

Idiossincrasias da “democracia” que se respira no belo “jardim europeu”.

A propaganda Davos poder e Davos dinheiro

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Está a decorrer em Davos, na Suíça, o encontro anual organizado pelo Fórum Económico Mundial (FEM). Trata-se de um evento onde aqueles que têm o poder, o dinheiro e o controlo das massas vão receber um bando de convidados de todo o mundo – sobretudo do mundo ocidental – e ditar-lhes uma série de “recomendações” a implementar na vida dos demais: o povão.

Povão que, segundo Klaus Schwab (fundador do FEM), só será feliz quando não tiver nada. “You will own nothing and you will be happy” é a máxima do Fórum Económico Mundial. Entenda-se “you” por povão. Claro que eles, os magnatas que fazem parte do FEM, os políticos sabujos que lhes lambem o cu e a sabuja comunicação social por eles comandada terão tudo (inclusivamente o controlo sobre a privacidade e o pensamento do povão), mas serão completamente infelizes. Coitadinhos.

O FEM quer que nós – a ralé - não tenhamos nada, para não termos nada com que nos preocuparmos. E eles, os da classe reinante, suportarão todo o esforço heróico de ficar com tudo, carregando às costas todas as preocupações inerentes a quem tem o poder para tudo decidir. São ou não são uns queridos?

Como é hábito, o maior escroque da União Europeia (UE), Ursula von der Leyen, já assinalou a sua presença no evento. Foi lá ao beija-mão e falar em desinformação. E não há ninguém mais especializado do que ela, em matéria de desinformação. Foi também garantir que o povo europeu vai continuar a pagar muito caro pelo envio de mais armas americanas para a Ucrânia e que o povo europeu vai continuar a pagar todas as crises que os seus mestres em Washington decidam implementar.

Durante toda a semana iremos assistir ao desfile da mais alta nata de corruptos e corrompidos em Davos. E a comunicação social - sem um pingo de dignidade – vai fazer questão de passar e martelar a narrativa daquele pequeno grupo de gentalha da pior espécie, que pretende dominar tudo e todos.

Entretanto, já se ficou a saber que vem aí uma nova pandemia que espalhará a “Doença X” por todo o mundo. Mas não se apoquentem nem se assustem com isso. O FEM e OMS já estão de mãos bem apertadas a tratar de uma vacina para combater essa “doença” que ainda não existe, mas para a qual esta quadrilha já encontrou a cura.

Os palermas da “informação” e o “Sr. Sete Estrelas”

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Ora, parece que os apologistas da guerra e do jorramento infinito de dinheiro do povo para a indústria de armamento encontraram – agora - três cenários possíveis para o conflito na Ucrânia. E dizem que dois desses três cenários “apontam para uma vitória de Putin”.

Portanto, quase dois anos depois da invasão russa na Ucrânia, os “mestres da guerra” – aqueles que fomentaram e provocaram o conflito – vêm agora dizer que Putin sairá vencedor, em dois dos três cenários possíveis.

Desta vez, coube ao “Sr. Sete Estrelas” - um tal de Philip Breedlove (não deveria chamar-se Breedhate?), antigo comandante da OTAN - vir a público dizer aquilo que qualquer pessoa minimamente esclarecida já havia concluído ainda antes da invasão. Ou melhor, qualquer pessoa minimamente esclarecida sabe, desde o início, que não existe nenhum outro cenário que não seja a vitória da Rússia, ou de Putin, como eles preferem dizer. Como é que alguém pôde, na altura, e ainda pode continuar a considerar que a Ucrânia tem alguma hipótese de combater uma superpotência militar como a Rússia? Dever-se-ia ter optado pela via do diálogo, que foi proposta várias vezes pela Rússia. Mas o senhor Zelensky preferiu dar ouvidos aos falcões da guerra em Washington e em Londres. O resultado das desastradas e criminosas opções de Zelensky é aquele que está no terreno, ou seja, é aquele que não passa nas televisões ou em qualquer outro meio de comunicação, no mundo ocidental.

Mas, mesmo reconhecendo – pouco a pouco – a estrondosa derrota que a OTAN está a ter na Ucrânia, ainda continuam a insistir na necessidade de enviar mais armamento para a Ucrânia. Continuam a espalhar a mentira de que mais armas irão ajudar a Ucrânia a atingir o milagre da vitória contra a Rússia. E ainda continuam a propagar a mentira de que "a guerra termina como o Ocidente quiser". Em nenhuma circunstância será o Ocidente a decidir como a guerra vai terminar. Por outro lado, o Ocidente poderia - há muito tempo - ter decidido "quando" terminar o conflito. Na verdade, o Ocidente poderia ter facilmente evitado este conflito. Mas a sua intenção foi sempre o contrário.

Neste momento, a Ucrânia já quase nem sequer tem homens para combater, mas como a OTAN preparou esta guerra para durar “até ao último ucraniano” e assim manter a caixa registadora do complexo militar-industrial norte-americano a facturar como nunca, para incrementar a venda de gás natural para a Europa e para manter a economia europeia de rastos, a narrativa falaciosa vai continuar. 

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