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Contrário

oposto | discordante | inverso | reverso | avesso | antagónico | contra | vice-versa

Contrário

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RAPIDINHA

Um vintém é um vintém, um cretino é um cretino.

Não se incomodem, está tudo bem

Continue-se a apoiar a interminável guerra na Ucrânia.

Continue-se a defender os “nazionistas” genocidas em Israel.

Continue-se absolutamente dependentes dos ditames de Washington.

Continue-se a votar em políticos-fantoches para as instituições nacionais e europeias (vêm já aí umas eleições para manter o status quo).

Continue-se a aceitar que marionetas não eleitas continuem a impor leis que infernizam a vida dos povos europeus.

Continue-se a aceitar a acumulação absurda de lucros, até mesmo por via da economia de guerra.

Continue-se a achar que tudo isto é normal.

Na verdade é mais do que normal, se formos capazes de perceber que é assim que funciona a ditadura capitalista e imperialista norte-americana. E que as guerras por eles fabricadas têm apenas como objectivo engordar ainda mais os capitalistas, aumentar o seu poder e a subjugação do povo - que é quem realmente trabalha e produz - à eterna exploração.

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Peso na consciência ou pura demência?

Em plena semana da comemoração dos 50 anos do 25 de Abril apareceram uns a falar em comemorar o 25 de Novembro, alegando que se trata de uma data tão ou mais importante que o 25 de Abril. E apareceram outros a falar no dever de reparação que Portugal tem para com as ex-colónias.

Vejamos, durante 50 anos ninguém falou em dever de reparação às ex-colónias ou em celebrar o 25 de Novembro. No entanto, aparentemente do nada e cobertos de uma falsa espontaneidade, lá apareceram umas personalidades “insuspeitas” a falar destes dois assuntos, até agora entendidos como “não assuntos”, que é o que realmente são.

Marcelo Rebelo de Sousa entende que “Portugal deve liderar o processo de reparação às ex-colónias”, sustentando que isso constitui algo que é da obrigação de Portugal e que não pode ser metido debaixo do tapete. Ora, não se percebe muito bem a razão pela qual Marcelo se lembrou de vir agora com este assunto. E por que razão não o fez antes. E, já agora, será que alguma ex-colónia se pronunciou no sentido de exigir o que quer que seja à ex-metrópole?

A verborreia de Marcelo revela uma preocupante senilidade. Ou então, será apenas peso na consciência. Quanto mais não seja o peso herdado, já que seu pai, Baltazar Rebelo de Sousa foi ministro do ultramar. Talvez isso explique o eventual peso na consciência de Marcelo.

Vejamos as coisas como realmente são. Todos os males que foram causados pela colonização decorreram da actuação de quem estava no poder naquela altura e, obviamente de todos quantos participaram do banquete colonial que - como também toda a gente deveria saber – trata-se de uma minoria de cidadãos portugueses. Certamente que ninguém está à espera que o Portugal actual se responsabilize por aquilo que alguns portugueses, desde há séculos atrás até há cerca de 50 anos andaram a fazer de errado.

Por outro lado, se a ideia é reparar aquilo que de negativo foi imposto às ex-colónias no passado mais recente, como a guerra colonial, o período que antecedeu o 25 de Abril ou até mesmo o processo de descolonização, uma vez mais teremos que analisar quem foram os responsáveis por esses males.

Não foram os portugueses, em geral, ou Portugal no seu todo, os responsáveis por essas catástrofes. Foi quem estava no poder nessas alturas (o paizinho de Marcelo e seu querido “padrinho”, por exemplo) que têm que responder por eventuais reparações. Como a maioria já cá não se encontra, os seus herdeiros que respondam pelos seus actos.

E convinha começar por assumir que, muito daquilo que de mal aconteceu aos povos colonizados também aconteceu ao povo português. Ou seja, a quase totalidade dos cidadãos portugueses também sofreram muito com a colonização e, particamente nenhum tirou qualquer proveito com a opressão e exploração dos povos colonizados. Portanto, o povo não teve culpa. Não queiram agora pôr-nos – todos - a pagar por aquilo que “meia dúzia” de empoleirados no poder fizeram em nome da nação.

Milhares de portugueses foram obrigados a combater na guerra colonial, muitos deles perderam a vida, muitos ficaram mutilados e todos eles foram sujeitos a um inferno do qual não queriam tomar parte. Foram muitas as famílias portuguesas destruídas e praticamente nenhum português tirou qualquer proveito da exploração colonial. Mas houve uns poucos que tiraram e não foi pouco. É muito fácil perceber quem são. Basta atentar na quantidade de políticos e famílias de empresários portugueses que nasceram nas ex-colónias (mas em berços de ouro) e em todos os mantiveram e que ainda mantêm grandes negociatas com os actuais regimes e que – muitos deles, ou seus descendentes - ainda se encontram por cá, à muito boa vida e a lucrar como sempre lucraram. Se é para reparar alguma coisa, eles que avancem, porque esses sim, esses engordaram muito à conta da exploração colonial. O povo português não tem nenhuma responsabilidade para assumir nesta matéria.

E, para terminar, um outro que também parece sofrer de peso na consciência ou pura demência, ou ambos. O general Ramalho Eanes – esse grande homem, visto como uma relíquia da pátria – não satisfeito com as patetices que proferiu no espaço de propaganda concedido a esse grande estadista que é Marques Mendes, ainda se atreveu a acrescentar que o 25 de Novembro foi muito importante para Portugal, porque impediu a implementação de um regime totalitário por parte do PCP.

Portanto, mais um que padece de senilidade em estado avançado. Vejamos, o PCP está, no momento, reduzido a muito pouco, mas ainda há quem pretenda insistir na perseguição ao partido que mais lutou pela liberdade, pela democracia e pelo 25 de Abril. Foi sempre assim, especialmente após o 25 de Abril, para que os fascistas – santificados pelo 25 de Novembro – pudessem continuar no poder.

Talvez tenha sido o facto de estarmos a comemorar o cinquentenário do 25 de Abril que fez com que certo tipo de gente voltasse a reviver – como nunca antes – os acontecimentos ocorridos em Abril de 1974. Fica-se com a sensação – no meu caso, com a absoluta certeza – de que é uma data que lhes continua atravessada em algum sítio muito incómodo.

Mas, como sou de factos e não de conspirações, eu desafio o senhor “general bem-posto” a provar aquilo que disse. Se Ramalho Eanes não que ser percebido como alguém que não é aquilo que aparenta (e sempre aparentou) ser, ou então, se não quer ser percepcionado com alguém que está completamente senil, então que venha a público – tão lampeiramente como veio dizer estas sandices – corrigir-se ou comprovar as patéticas alegações que fez acerca das intenções do PCP, logo após o 25 de Abril de 1974. Em que facto é que se baseia para afirmar tal insanidade?

Isto só vem comprovar aquilo que sempre disse, ou seja, que o 25 de Novembro apenas serviu para matar os desígnios do 25 de Abril e para afastar do poder todos aqueles que mais lutaram pela liberdade e pela democracia. Os factos estão todos aí, bem na frente dos olhos de todos. Só os ignora quem quer.

E, já agora, só mais um pormenor. O PCP apoiou a recandidatura de Ramalho Eanes para a presidência da república em 1980. Parece que nessa altura Ramalho Eanes já tinha esquecido as alegadas intenções do PCP em implementar um regime totalitário. Curiosamente, partidos como o PSD e o CDS, que tanto enchem a boca com o 25 de Novembro, na altura não demonstraram qualquer simpatia por Ramalho Eanes, muito pelo contrário. Ele há coisas…

O Estado a que chegámos

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Um indivíduo que é filho e afilhado do fascismo – e que por sinal também é monárquico – é o Presidente da República. Provavelmente, o Presidente que esta democracia merece.

Numa entrevista à RTP, Marcelo Rebelo de Sousa referiu que “sabia-se [em Abril de 1974] que mais semana, menos semana, a revolução iria acontecer”. Poucos minutos depois, o mesmo Marcelo diz que “a polícia política não teve a noção…”.

E quando António José Teixeira lhe perguntou – em tom de afirmação – se tinha alguma informação do regime, já que o seu pai (Baltazar Rebelo de Sousa) era ministro do ultramar, Marcelo respondeu: “É… mas… a informação do regime era nula”. Marcelo não sabia de nada acerca do regime. Marcelo não tinha nenhuma ligação ao regime. Apesar de seu pai ser ministro do regime e o seu querido “padrinho” ser o Presidente do Conselho.

Parece que Marcelo não falava muito com o pai, nem com o “padrinho”. Marcelo não ligava muito aos fascistas e o mais certo é que naquela altura não trocasse uma única palavra com o seu pai, tal como agora – segundo ele próprio - não troca com o seu filho, o “doutor Nuno Rebelo de Sousa”.

Para abrilhantar ainda mais a verborreia, Marcelo afirmou – perante a imprensa internacional – que “o primeiro-ministro António Costa era lento, era oriental. Os orientais são lentos.”.

Se algum dos presentes lhe retorquisse que os orientais são até bastante rápidos, por exemplo, os chineses e os japoneses, creio que Marcelo não resistiria em dizer: “Ah, claro, esses são rapidíssimos. Eu estava a referir-me aos monhés”.

É o Estado a que chegámos.

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Fascistas, seus protectores e sua prole

Mesmo em cima da data em que se celebra os 50 anos do 25 de Abril apareceram – de rajada – uns figurões a falar no cinquentenário do 25 de Novembro (que só acontece daqui a cerca de um ano e meio).

Nos últimos dias vimos o governo PSD/CDS anunciar – muito euforicamente – que vai avançar com a organização de uma festarola de celebração do 25 de Novembro. Vimos também o líder do CDS, no congresso do passado Domingo, a bradar hossanas ao famigerado 25 de Novembro. Nesse mesmo dia, um dos principais responsáveis pelo 25 de Novembro – general Ramalho Eanes – aparece no Jornal da Noite da SIC, para se pavonear pelos seus feitos, junto desse grande, enorme lutador pela liberdade e democracia que foi e é Marques Mendes. Estava no sítio certo e na companhia ideal.

É realmente preciso ter muita lata para vir, em massa e de forma orquestrada, falar do 25 de Novembro mesmo em cima da celebração dos 50 anos do 25 de Abril. E esta gentalha tem-na toda. E tem-na precisamente devido ao 25 de Novembro, que lhes permitiu vestir a pele de cordeiros democratas e continuar nos lugares de poder, até hoje.

O 25 de Novembro foi exactamente isso. Foi o momento a partir do qual todos aqueles que viviam protegidos debaixo da aba do regime fascista, que nele participaram de forma activa e que dele receberam inúmeras benesses passaram – num passe de mágica – a ser os maiores democratas (veja-se que até fundaram partidos) e a continuar com as suas ricas vidinhas, como se para trás não estivesse um longo e tortuoso percurso de compadrio e comunhão com a ditadura e o regime fascista.

O 25 de Novembro matou o 25 de Abril e quase todos os seus desígnios. E, por essa razão, vemos os saudosistas do tempo da ditadura a falar de Novembro, em pleno Abril. O 25 de Novembro impediu que a justiça fosse feita, impediu que aqueles que muito mal fizeram ao país, que muitos crimes cometeram e que muitas vidas destruíram passassem incólumes pelos pingos da chuva, que supostamente caiu com a intenção de limpar a porcaria que infestava as ruas. Infelizmente quedou-se pela intenção.

Recordemos que alguns daqueles que tanto fizeram pela liberdade chegaram mesmo a ser condenados e presos, isto já em suposta democracia, portanto, depois do 25 de Abril, mas aqueles – os fascistas - que tantos e escabrosos crimes cometeram durante quase 50 anos, esses foram abençoados com a mágica metamorfose de democratização conferida pelo 25 de Novembro.

O 25 de Novembro foi isso – um majestoso indulto colectivo atribuído aos fascistas que subjugaram o povo português durante quase 50 anos e que ainda serviu para os perpetuar no poder por, pelo menos, mais 50 anos. Veremos até quando.

É só olhar e ver. Em 50 anos de “democracia” tivemos um Cavaco “pidesco” mais de 20 anos no poder, temos um Presidente da República “afilhado” do outro Marcello e temos um ministro e líder de um dos partidos do governo (Melo, como o cónego fascista) a transbordar de saudades pela outra senhora. E os exemplos são inúmeros, desde os passarões da vida política aos passarões que dominavam e continuaram a dominar o sector privado, antes, dependentes do poder político e com a actividade económica fomentada por ele, e, no pós-25 de Abril, com controlo absoluto sobre o poder político. O que aconteceu a Ricardo Espírito Santo, a António Champalimaud, a Manuel Fino, a Manuel Queiroz Pereira, à família Mello, a Alfredo da Silva, ou aos grupos empresariais como o grupo CUF, o grupo Champalimaud, o grupo Espírito Santo, o Banco Português do Atlântico, o Banco Borges & Irmão, o Banco Fonsecas & Burnay ou o Banco Nacional Ultramarino? O que aconteceu a toda essa gente que muito prosperou com o sistema ditatorial?

Claro, convém ainda recordar as inúmeras privatizações, ou seja, delapidação do património público e entrega de vacas leiteiras numa bandeja ao bando amigo da malta democrata e moderada.

E ainda temos que levar com os santinhos do pau oco, como é o caso do general Ramalho Eanes, que também não perdeu a oportunidade de aparecer perante os holofotes mediáticos, para exultar com o 25 de Novembro. Diz ele, “a data fundadora da democracia é o 25 de Abril”, para logo acrescentar, apenas e só, aquilo que tanto queria dizer, ou seja, que faz todo o sentido celebrar o 25 de Novembro. Disse-o com a mesma desfaçatez com que apelou, em 2020, para que os mais idosos prescindissem de um ventilador, em benefício de pessoas mais novas, garantindo que ele próprio o faria. Mas, sabendo de antemão, que essa situação, no caso dele, nunca se colocaria. Porque foi também para isso que serviu o 25 de Novembro – para continuar a garantir que existem portugueses de primeira, de segunda e de terceira categoria.

As perguntas que se impunham fazer ao senhor general, aquelas que nunca ninguém faz e que nunca ninguém se atreve a abordar são as seguintes:

As duas primeiras seriam: Onde é que o senhor estava no 25 de Abril? E o que fez pelo 25 de Abril?

E depois, o pós-25 de Abril; o que aconteceu aos milhares de fascistas que serviam o poder até ao dia 24 de Abril de 1974? Quantos foram julgados? Quantos foram condenados? Quantos responderam pelos escabrosos crimes cometidos contra um povo indefeso, ao longo de quase cinco décadas? Quantos responderam pela perseguição, detenção, tortura, prisão e morte de milhares de portugueses que tiveram a ousadia de enfrentar os ditadores? O que aconteceu a toda essa gente que servia o regime?

Bem, todos sabemos que Marcello Caetano foi para o Brasil gozar uma bela aposentadoria em Copacabana. E os outros?

A resposta a todas estas perguntas está no 25 de Novembro, que muitos já celebram, mas que pretendem celebrar ainda mais. Até mesmo mais do que o 25 de Abril. E como eles têm razões para celebrar o 25 de Novembro.

As “wokonices” do Livre

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Ai, o Livre é um partido “averto” a todos!

Ai, o Livre é um partido inclusivo!

Ai, o Livre entende que um partido deve ser um instrumento que facilite a participação política dos cidadãos!

Ai, no Livre há imensas possibilidades de representação!

Ai, nós no Livre somos diferentes. Qualquer pessoa com 16 ou mais anos – que não esteja inscrita noutro partido – pode candidatar-se a lugares de representação!

O quê? O candidato mais votado nas Primárias não pertence ao Livre? Como é que teve tantos votos? Ai, temos que alterar as regras, porque isso assim não está nada “vem”!

O Livre é isto. Um partido cheio de “wokonices” vorazmente sugadas ao wokismo norte-americano. O Livre entende que um qualquer cidadão que se candidate aos lugares do partido não pode obter uma grande votação e, logo por aí se vê qual é o verdadeiro nível de abertura do Livre à sociedade. Ou seja, só fingem abrir o partido à sociedade, partindo do princípio de que nenhum candidato “externo” chegará a lugares de eleição e/ou poder dentro do partido. Se isso acontecer, mudam-se as regras. 

É o wokismo a espirrar por todos os poros do Livre. Para o Livre, a definição de Socialismo também já não é a que era, porque estamos no século XXI e o Livre é um partido moderno, todo pra fentex. Tal como a definição de Mulher (e de Homem) já não é a mesma, a definição de Genocídio ou de Resistência, a definição de Nazi ou até mesmo a definição de Vacina. Para o Livre todas as definições destes conceitos, até há pouco tempo tidas como indubitáveis convicções, agora são coisa do passado. E o Livre é um partido moderno, com os olhos postos no futuro e em constante inovação. Tão constante, que a meio de um processo eleitoral já voltaram a inovar e a querer mudar as regras. Bem, neste caso, não foi bem inovar. Foi apenas fazer como fazem os chamados partidos de charneira, ou seja, fascizar por debaixo da aba da moderação.

Entretanto, porque a máscara de um pretenso “esquerdismo” e da moderação estava a cair, parece que o Conselho de Jurisdição do Livre não encontrou quaisquer “condutas concretas que traduzam uma viciação do processo”.

Ai que queridos e queridas, que fofos e fofas que eles e elas são.

Mais uma assobiadela para o lado

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Este é um estudo científico (revisto por pares) que comprova o aumento da mortalidade por cancro verificado após a terceira dose da vacina mRNA, durante a pandemia de Covid-19 no Japão.

O estudo demonstra os aumentos estatisticamente significativos nas taxas de mortalidade ajustadas por idade, de todos os tipos de cancro e de alguns tipos específicos de cancro, mais concretamente, cancro do ovário, leucemia, próstata, cancro labial/oral/faringe, pâncreas e da mama. Trata-se de dados que foram observados em 2022, após dois terços da população japonesa ter recebido a terceira dose da vacina SARS-CoV-2 mRNA-LNP.

O estudo demonstra que os aumentos acentuados nas taxas de mortalidade destes tipos de cancros podem ser atribuídos a vários mecanismos relacionados com a vacinação mRNA-LNP e não devido a infecção por COVID-19 ou à redução verificada no tratamento de cancros, aquando do confinamento.

Esta pesquisa relata que a vacina SARS-CoV-2 mRNA-LNP pode representar o risco de desenvolvimento e também da progressão de cancros já existentes. Vários relatos de casos descreveram o desenvolvimento ou agravamento do cancro após a vacinação.

Este é apenas mais um estudo que vem alertar para o escandaloso e brutal aumento de doenças graves e da mortalidade. Contudo, as autoridades políticas, as autoridades da saúde e a própria comunicação social – que tanto promoveram a vacinação contra a Covid-19 – nada dizem sobre este assunto. Pior que isso, todas estas entidades têm vindo a criar um lastro de desinformação, que visa encobrir este grave problema e, simultaneamente, semear explicações falsas que, a todo momento, serão apresentadas à população em espampanantes PowerPoints.

A referida tríade da propaganda (poder político, autoridades da saúde e comunicação social) vêm apregoar – não raras vezes – que o excesso de mortalidade e de doenças não é assim tão significativo e que ambos se devem ao vírus SARS-CoV-2 e não às vacinas. Mas, a verdade é que os dados reais – patentes neste estudo e em muitos outros – demonstram que não ocorreu um excesso de mortalidade significativo durante o primeiro ano da pandemia (2020), excepto a mortalidade directamente causada pela Covid-19, evidentemente.

Por outro lado, este (e muitos outros estudos) demonstra que se verificou uma mortalidade excessiva em alguns tipos de cancro já em 2021, após a vacinação em massa com a primeira e segunda dose da vacina. E também demonstra que foram observadas mortalidades excessivas significativas para todos os cancros (mais em alguns tipos específicos de cancro) após a vacinação em massa com a terceira dose em 2022.

Neste caso concreto, o do Japão, verificou-se um excesso de mortalidade estatisticamente significativo, que surgiu em 2021 e aumentou ainda mais em 2022. Além disso, foi observado um excesso significativo de mortalidade mensal após Agosto de 2021, sendo que a vacinação em massa da população em geral começou por volta de Abril de 2021.

De salientar ainda o facto de que a tendência excessiva na mortalidade por cancro verificou-se em praticamente todas as faixas etárias e que é muito pouco provável que os aumentos significativos na mortalidade, em pelo menos seis tipos específicos de cancro sejam explicados pela falta de cuidados de saúde.

Mas as autoridades vão continuar a insistir na ideia de que este gravíssimo problema não merece ser discutido (pense-se que não há nenhuma guerra a matar tanta gente em tão pouco tempo). E quando questionados – e são-no cada vez mesmo, decorrente de uma comunicação social incompetente e corrupta – vão sempre responder que um eventual excesso de morbidade e mortalidade estão relacionados com o vírus e/ou a falta acompanhamento médico. E, tal como já venho a alertar há bastante tempo, não se admirem quando eles – a tríade - disserem que o aumento da mortalidade é causado pelas alterações climáticas.

Esta gente já demonstrou muito bem até onde consegue levar um mentira. Invariavelmente, cada mentira leva-nos – sempre - a outra mentira ainda maior.

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