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Contrário

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À atenção da comunicação social

O veterinário Bourla foge com o rabo à seringa e a comunicação social não quer saber?

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No passado dia 11 de Outubro, seis membros do Parlamento Europeu deram uma conferência de imprensa, na sequência da falta de comparência do CEO da Pfizer, Albert Bourla, que se recusou a participar numa comissão parlamentar de esclarecimento sobre as vacinas contra a Covid-19.

São várias as questões colocadas por alguns deputados europeus que ainda se encontram sem resposta. Questões cujas respostas são absolutamente essenciais para demonstrar que todo o processo relacionado com as vacinas (desde a fase de desenvolvimento até à administração das mesmas) decorreu dentro da lei e que o superior interesse dos cidadãos esteve sempre salvaguardado.

Recordemos que os contratos estabelecidos entre a Comissão Europeia e as farmacêuticas - contratos públicos - mantêm-se no sigilo dos deuses. Costuma-se dizer que o segredo é a alma do negócio. E que grande negociata foi a contratualização das vacinas contra a Covid-19. Só a Pfizer, que em 2020 dizia que o lucro associado à sua vacina seria muito residual lucrou mais de 100 mil milhões de dólares.

Uma outra questão que continua sem qualquer esclarecimento prende-se com o facto de - aquando das negociações entre a Comissão Europeia e Pfizer - terem ocorrido várias trocas de mensagens, em privado, entre o senhor Albert Bourla e a senhora dona Ursula von der Leyen. Ambos se recusam a desvendar o conteúdo das mesmas. Porquê?

Tudo isto é um tremendo escândalo e as questões colocadas por estes eurodeputados são absolutamente pertinentes e têm que ser respondidas.

O facto de a comunicação social não dar nenhum destaque a esta conferência de imprensa (nem sequer falaram no assunto) e de não haver nenhum Polígrafo – armado em verificador de factos – interessado em desprestigiar os eurodeputados envolvidos (estão mais interessados em branquear “Bourlas”) só vem comprovar o nível de confiança que realmente merecem.

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