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Contrário

oposto | discordante | inverso | reverso | avesso | antagónico | contra | vice-versa

Contrário

oposto | discordante | inverso | reverso | avesso | antagónico | contra | vice-versa

A correspondente de Washington em Bruxelas

Corrupta, imoral, néscia, despótica, inculta, fútil et al.

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Ursula von der Leyen comprou milhares de milhões de doses de vacinas contra a Covid-19, sendo que os contratos estabelecidos com os laboratórios farmacêuticos continuam em segredo… Ursula von der Leyen não autoriza a publicação do conteúdo desses contratos, cujo conhecimento público é absolutamente imperioso, para que se possa escrutinar com toda a transparência todo o processo de negociação e compra das vacinas.

Como podemos classificar a atitude de Ursula von der Leyen, senão de pura corrupção? Quando uma pessoa, ou um grupo muito restrito de pessoas com poder de decisão faz uso desse poder sem dar conta aos cidadãos, na forma como está a ser despendido o seu dinheiro, isso chama-se corrupção.

E depois de uma majestosa negociata com as vacinas, Ursula prepara-se para fazer mais uma comilância que decorre da decisão da compra conjunta de gás. Mais uma enorme negociata que vai canalizar muitos milhares de milhões para as grandes empresas americanas de energia, que vai fazer com que a energia no espaço da União Europeia seja muito mais cara e consequentemente, aumentar a factura das famílias e das empresas europeias. Tudo isto para satisfazer a vontade dos senhores em Washington e, consequentemente para piorar a vida dos cidadãos europeus. Desde que Ursula von der Leyen está no poder, os índices democráticos no seio da União Europeia caíram a pique, por outro lado, a pobreza dentro do espaço europeu disparou e vai continuar a aumentar.

Enquanto em Washington estão todos muito contentes com a sua peã de brega na Comissão Europeia, por cá, Ursula colecciona cada vez mais inimigos. As decisões na União Europeia tomam-se essencialmente na Comissão Europeia e, dentro da Comissão é um grupo muito restrito de pessoas quem comanda toda a tropa – todos os Estados-membros.

Entretanto, o marido de Ursula von der Leyen encontra-se a “trabalhar” (pelo menos, a ser muito bem pago) desde Dezembro de 2020 como director clínico da empresa norte-americana Orgenesis - parece que as portas começaram a girar assim que a senhora dona Ursula trocou umas mensagens escritas ultra-secretas com o senhor Bourla, CEO da Pfizer. E, claro, assim que se comprometeu a comprar 10 doses das vacinas contra a Covid-19, por cada cidadão europeu.

Ursula von der Leyen está a ser alvo de uma investigação criminal levada a cabo pela Procuradoria Europeia (EPPO). Em causa está a falta de transparência nos contratos assinados com a indústria farmacêutica. Viram alguma notícia sobre este “facto” na comunicação social?

Ursula Gertrud Albercht – que é uma acérrima feminista mas que quando casou, não perdeu tempo em adoptar o sobrenome do marido – é mais uma personagem que vagueia pelos corredores do poder e que tem um pesado e sombrio percurso académico. Ursula é mais uma das que plagiou comprovadamente (pela própria academia) a sua tese de doutoramento, mas (há sempre um “mas” a safar esta gentinha rasa), sob a desculpa esfarrapada de que o plágio ocorreu mais na parte da introdução, a senhora dona Ursula poderá continuar a usar o título académico. A academia disse que “apenas” 20% do trabalho da tese foi plagiado. “Apenas” 20%.

Claro que o facto de a família de Ursula von der Leyen e do seu querido esposo terem ligações estreitas à Universidade que analisou o caso, certamente não teve nada a ver com a decisão final dos “académicos”. E o facto de a senhora von der Leyen ser amiga do Presidente da Comissão da Associação de ex-Alunos da Universidade – que integrou a comissão de avaliação do caso – também não teve nada a ver com a decisão final.

E, quase numa base diária, temos que aturar esta fulaninha a tentar dar lições de democracia, de transparência, de responsabilidade, de honestidade, de união e solidariedade. Se tivesse um pingo de vergonha na cara, já tinha apresentado a renúncia ao cargo e deixado de conspurcar uma instituição que deveria dar primazia aos superiores interesses dos cidadãos europeus.

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