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RAPIDINHA

A histeria dos “vendedores” de vacinas

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Após a contabilização de três casos de sarampo em Portugal, os fundamentalistas das vacinas apareceram logo – com a habitual histeria que os caracteriza – a apelar à vacinação.

Importa salientar que os três casos verificados são “importados”, ou seja, são cidadãos estrangeiros que viajaram para Portugal. Mas, ainda assim, os histéricos não perdem uma única oportunidade para martelar a propaganda que serve a caixa registadora dos laboratórios.

Quer o poder político, quer a comunicação social (que bem que eles se dão!) afinam sempre pelo mesmo diapasão: vacinar, vacinar, vacinar. E berram aos sete ventos que a situação em Portugal está controlada devido à vacinação. Errado. A situação em Portugal está controlada devido à elevada imunização da população. Convém recordar que a maioria da população portuguesa não está vacinada contra o sarampo, mas está imunizada, porque teve a doença.

Portanto, o nível de imunização é muito elevado em Portugal e isso deve-se – na maior parte – ao facto de as pessoas terem tido a doença. Obviamente que a vacinação também contribui para essa imunização, mas em menor quantidade.

O facto de esta tropa-fandanga aproveitar toda e qualquer situação (até mesmo, três singelos casos) para propagandear a narrativa das vacinas, o facto de quererem forçar que a água corra sempre para o mesmo moinho, demonstra bem quais os interesses que servem.

Por último, convém ainda salientar que o sarampo é uma doença com uma taxa de mortalidade baixíssima. Antes da existência da vacina, praticamente todas as crianças tinham a doença. Era algo que fazia parte do currículo. Ficava-se uns dias em casa e assunto encerrado.

“Ai e tal, mas existe uma vacina que pode evitar a doença”. Muito bem, quem a quiser pode tomá-la, quem a não desejar não deve ser forçado a tal. Tão simples quanto isso. 

Aquilo que Manuel Pizarro, toda a classe política e toda a comunicação social nunca falam é sobre o excesso de mortalidade que se verifica em Portugal e em todo o mundo ocidental, desde a pandemia. Bem se vê que estão muito preocupados com a saúde das pessoas.