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Contrário

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RAPIDINHA

“Stalin assinava um acordo secreto com Hitler. Nove dias depois, começava a II Guerra Mundial”. São os FdP (Fanáticos da Propaganda), uma vez mais, prostrados de quatro e levar com os bacamartes de Washington e a latir a sua propaganda. É verdade que Estaline assinou um acordo com Hitler, em Agosto de 1939. Mas em que consistiu esse acordo? E já que falam na II Guerra Mundial, como é que ela acabou? Não me digam que foi com o desembarque na Normandia… Ah! Os heróis da Normandia!

A história aconselha Zelensky a estar preparado

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Ainda alguém se lembra do comovedor apoio que os EUA deram a Osama bin Laden e à sua trupe de “Mujahedin” (Al Qaeda, Estado Islâmico, etc.)? Muitos não se lembrarão, eram muito pequenos ou ainda não tinham nascido, e como as suas apetências para compreender a história e para buscar o conhecimento são manifestamente inexistentes, certamente não fazem a mínima ideia do que se passou. Muito resumidamente, os EUA apoiaram organizações terroristas para combater a União Soviética no Médio Oriente. Em causa, os “valores” de sempre: o imperialismo e a hegemonia.

De repetente, não sei se a história faz lembrar qualquer coisa... assim mais recente… faz? Será isto?

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Já agora, alguém também se lembra do tempo em que os Estados Unidos apoiaram fervorosamente o regime de Saddam Hussein? Em 1980, o Iraque invadiu o Irão e os EUA apoiaram a invasão (olha, ninguém diria), alegando que “o líder do Irão era o Hitler do Médio Oriente” (a velha história do "Hitler"). A maioria das pessoas não se lembra ou não era nascida, mas de certeza que a maioria se lembra do final fatídico que teve Saddam Hussein. E até aposto que, agora, a malta do Pentágono e da CIA adorariam ter novamente um Saddam Hussein, para que pudessem usá-lo - uma vez mais - contra o Irão. 

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Ora, tendo em consideração aquilo que costuma acontecer aos líderes controversos, aos quais os EUA começam por apoiar com muita perseverança e amizade, mas que depois tratam de – directa ou indirectamente – fazer-lhes a folha, convinha que Zelensky começasse a preparar uma toca mais escondida que a do Saddam Hussein ou um esconderijo muito mais inóspito que o do Osama bin Laden. Zelensky está muito concentrado em conferir a melhor interpretação ao guião que lhe foi entregue, porque acha que isso lhe vai valer um Óscar, mas esquece-se que os últimos metros de película costumam reservar surpresas desagradáveis ao herói da fita. Por via das dúvidas, o melhor é estar preparado. 

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