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Contrário

oposto | discordante | inverso | reverso | avesso | antagónico | contra | vice-versa

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RAPIDINHA

“Stalin assinava um acordo secreto com Hitler. Nove dias depois, começava a II Guerra Mundial”. São os FdP (Fanáticos da Propaganda), uma vez mais, prostrados de quatro e levar com os bacamartes de Washington e a latir a sua propaganda. É verdade que Estaline assinou um acordo com Hitler, em Agosto de 1939. Mas em que consistiu esse acordo? E já que falam na II Guerra Mundial, como é que ela acabou? Não me digam que foi com o desembarque na Normandia… Ah! Os heróis da Normandia!

A muita “uonra” e o muito “uorgulho” de Montenegro

Na habitual festa do PSD no Pontal, Luís Montenegro – líder do partido - disse que sentia muita honra e muito orgulho no governo liderado por Pedro Passos Coelho, antigo líder do PSD e ex-Primeiro-ministro.

Como todos bem se lembram, Pedro Passos Coelho foi Primeiro-ministro de Portugal entre 2011 e 2015, num governo de coligação com o CDS-PP de Paulo Portas.

Mas não sei se todos ainda se lembram que Pedro Passos Coelho foi:

- Um Primeiro-ministro que dizia que os portugueses viviam acima das suas possibilidades;

- Um Primeiro-ministro que tudo fez para escamotear o facto de que a crise que se abateu sobre o país resultou de práticas capitalistas gananciosas que levaram à quase implosão do sistema financeiro internacional;

- Um Primeiro-ministro que maltratou os trabalhadores, desprezou o seu povo e que mais empobreceu o país (com Passos Coelho, os ricos ficaram mais ricos, os pobres ficaram mais pobres e a chamada “classe média” quase que desapareceu, passando à classe pobre);

- Um Primeiro-ministro que chamava os seus concidadãos de “piegas” e que os incentivava a emigrar;

- Um Primeiro-ministro que derreteu o Estado social;

- Um Primeiro-ministro que destruiu os serviços públicos, o SNS logo à cabeça, mas também os sistemas da educação e da justiça (encerramento de inúmeros tribunais, só a título de exemplo);

- Um Primeiro-ministro que apresentou e implementou inúmeras medidas contra a Constituição, sendo que algumas foram mesmo chumbadas pelo Tribunal Constitucional (este não pôde ser liquidado por Passos Coelho);

- Um Primeiro-ministro que se regozijava de ir “além da troika”, enquanto os trabalhadores viam as suas vidas cada vez mais depauperadas;

- Um Primeiro-ministro que superinflacionou o desemprego, retirou direitos aos trabalhadores e favoreceu a minoria capitalista que engrossou os seus lucros à custa do ultraliberalismo passista;

- Um Primeiro-ministro que aplicou um “colossal” aumento de impostos;

- Um Primeiro-ministro que não tinha qualquer pejo em reduzir os salários dos trabalhadores e as pensões de quem trabalhou, mas que simultaneamente concedia inúmeros benefícios fiscais aos grandes grupos económicos.

O actual líder do PSD sente muita “uonra” e muito “uorgulho” em todo este legado. É claro que sente.

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