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Contrário

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A principal causa da guerra – uma União Europeia repugnante

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Aqui está a principal causa do conflito na Ucrânia – o fornecimento de gás à Europa. Foi precisamente a pensar nesta negociata que, nos últimos anos, os EUA intensificaram as provocações e as ameaças à Rússia, manipulando e instrumentalizando a Ucrânia na prossecução desse objectivo.

Está confirmado que até final deste ano os EUA vão fornecer cerca de 15 mil milhões de metros cúbicos de gás à Europa. Gás que os EUA tinham a apodrecer nos seus reservatórios no Texas. Este é apenas um dos objectivos dos EUA.

Outro objectivo é o de continuar a fornecer armamento à Ucrânia e a todos os parceiros europeus da OTAN. Por outras palavras, o segundo objectivo é alimentar o negócio das armas – o negócio da guerra. Por esse motivo, ao invés de vermos os EUA e seus capachos empenhados num acordo de paz, aquilo que vemos é o aumentar da crispação, do clima de ameaça, da escalada militar e da prolongação do conflito. Ou seja, o "polícia do mundo" vem até à Europa - onde decorre uma guerra - e não faz rigorosamente nada para terminar o conflito, muito pelo contrário, o "polícia do mundo" veio para pôr mais lume na fogueira e para assinar acordos comerciais muito benéficos para o seu país e muito penalizadores para os cidadãos europeus.

Portanto, aquilo que a administração norte-americana pretende é isolar e enfraquecer a Rússia, por via da subjugação dos países da Europa Ocidental – sempre dependente dos EUA, em tudo. Isto já nem sequer está no patamar da simples subjugação, isto já é pura sodomização, passiva e deleitosamente praticada pela União Europeia.

Ninguém está interessado na paz na Ucrânia ou em acabar com o sofrimento do povo ucraniano. Aquilo que está em causa é garantir e perpetuar as negociatas dos EUA, que estão desesperados com a perda da sua hegemonia no panorama mundial. E a União Europeia tudo fará para ajudar os seus amigos queridos. Convém é ter a noção de que essa ajuda terá um preço muito mais elevado e que será pago por todos os cidadãos europeus. Como sempre.

Para terminar, aquando das declarações conjuntas, a “líder” da UE apresentou-se com as cores da bandeira da Ucrânia na lapela, já o senhor Joe Biden preferiu ostentar muito orgulhosamente a bandeira do seu país. Detalhes.

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