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A Ucrânia tem tudo para liderar o “projecto europeu”

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Que felizes e contentes que ficaram os “líderes” europeus com a “sua” decisão de atribuir à Ucrânia o estatuto de candidato à entrada na União Europeia. E não interessa nada o facto de essa eventual entrada só se concretizar daqui a 10, 15 ou 20 anos. O que realmente importa é esfregar esta decisão na cara de Putin, que até deixou de comer com o desgosto que isto lhe causou. Tão patéticos estes “líderes” europeus.

No entanto, se olharmos com clareza para os factos, rapidamente chegaremos à conclusão de que a Ucrânia não só já deveria ter sido integrada na União Europeia, como deveria ser o país a liderar o “projecto europeu”. Não sei se já notaram, mas fala-se muito do “projecto europeu”, que é tão bom, tão bom que, apesar do magnificente esforço dos seus brilhantes “líderes”, ainda não conseguiu sair do papel, ou seja, continua a ser um “projecto” – é o projecto da obra de Santa Engrácia.

A Ucrânia é o país mais corrupto da Europa. É também um país onde os tribunais dependem directamente do governo. É um país onde os órgãos de comunicação social que se recusam a adoptar a “política de informação unificada” do senhor Zelensky são banidos. É um país onde não há lugar para o dissentimento de opiniões políticas, pelo que todos os partidos políticos da oposição foram proibidos de exercer a sua actividade, em nome da “vontade única”. E, não menos importante, a Ucrânia é a mais obediente colónia dos EUA no seio da Europa.

Ora, parece-me óbvio que a Ucrânia não só deve integrar imediatamente a União Europeia, como deve assumir a liderança do “projecto europeu”.

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