Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Contrário

oposto | discordante | inverso | reverso | avesso | antagónico | contra | vice-versa

Contrário

oposto | discordante | inverso | reverso | avesso | antagónico | contra | vice-versa

RAPIDINHA

Sempre a apoiar o nazismo, o "nazionismo" e o genocídio. E sempre a regurgitar a propaganda de Washington. Coisinha repelente.

As atrocidades do Nazismo não são coisas do passado

9_10.jpg

A desumanização tornou-se algo tão normal, que poucos se sentem incomodados com as maiores atrocidades cometidas contra seres-humanos. Mesmo sendo imagens filtradas – muito filtradas – e acompanhadas de uma narrativa que desculpabiliza o perpetrador desses horrores, trata-se de imagens suficientemente esclarecedoras e provocadoras de ira, em quem ainda não perdeu a capacidade de sentir.

Há já muitos anos que Israel transformou Gaza num campo de concentração. No maior campo de concentração. Ninguém ligou para isso e ainda apoiaram as sórdidas intenções dos “nazionistas” de Israel. A máquina de desumanização israelita proliferou contra o povo palestiniano e hoje temos uma Gaza que é palco de horrores indescritíveis, um cenário onde a crueldade humana atingiu seu ápice de desumanização.

O mundo ocidental, sobretudo a Europa, assiste a tudo isto como se fosse normal. Uma Europa sempre atrelada aos terroristas e genocidas de Washington e seus concubinos israelitas.

O nazi Netanyahu (“Nazinyahu”) está constantemente a reclamar os cerca de 150 reféns israelitas que se encontram em Gaza, quando manda prender e torturar dezenas de milhares de palestinianos, que se encontram aprisionados há muito mais tempo nas masmorras israelita. Cerca de metade são crianças. Mas não são só esses muitos milhares de palestinianos que sofrem os mais escabrosos abusos e atentados contra os mais básicos direitos humanos. Toda a população em Gaza é constituída por prisioneiros. Gaza e Cisjordânia são campos de experiência para o sistema opressor israelita, que classifica aquelas pessoas como animais, como objectos descartáveis que devem ser engolidos pela sua máquina de morte. Uma máquina sustentada pelo poder ocidental, nomeadamente por Washington e seus apaniguados europeus.

O “mundo ocidental” desvaloriza por completo a vida humana em Gaza. A fome é agora uma das principais armas usadas por Israel. Assim sai-lhes mais barato e ainda provoca uma morte mais dolorosa e lenta, para grande satisfação dos sádicos e demoníacos “nazionistas” de Israel.

O desespero levado ao limite é uma companhia constante no corpo e na mente de cada palestiniano. As condições de vida são sub-humanas, quase inexistentes, com casas e hospitais destruídos e com a população infestada por doenças, a padecer à fome extrema e à quase total falta de cuidados de saúde. Cada segundo em Gaza é uma eterna luta pela sobrevivência, no meio de um ambiente implacável e desolador. Sem o mínimo de esperança.

Todos os dias chegam aos hospitais improvisados, dezenas de crianças baleadas na cabeça, vítimas de execução (ou tentativa) ao estilo nazi. A esmagadora maioria das vítimas são mulheres e crianças. Há poucos dias, uma médica dava conta de que uma mulher com cancro necessitava urgentemente de ser transferida, para poder receber o tratamento adequado e que lhe pode salvar a vida. Os “nazionistas” de Israel disseram que não e obrigaram-na a permanecer no mesmo sítio, onde sem tratamento dificilmente sobreviverá. A mesma médica relatou inúmeros casos de crianças que aparecem com o crânio desfeito, com massa encefálica à vista e, nalguns casos, até com perda de massa encefálica. Segundo a própria médica, algumas conseguem – milagrosamente – sobreviver.

Vimos também o caso de uma família composta por um casal e 10 filhos, cuja sua casa foi atacada e incendiada, tendo 9 dos 10 filhos sido assassinados da forma mais cruel. Incendiar as habitações é um modus operandi típico dos nazis israelitas, muito usado no “7 de Outubro” – contra a sua própria população, dando cumprimento à Directiva Hannibal – e que depois imputaram ao Hamas.

Israel proíbe a entrada de ajuda e de alimentos em Gaza. E o pouca que permite entrar – apenas para fazer a propaganda nazi de que está a possibilitar a chegada da ajuda – só acontece para depois dar ordem de atacar sobre a população, quando esta se encontra desesperada por conseguir algo que lhes alimente o corpo e a alma. Neste momento existem mais de 15 mil crianças em risco de vida, por falta de alimentos e de assistência médica.

A crueldade dos “nazionistas” é sistemática. A tortura psicológica também é uma arma poderosa, que os “nazionistas” não deixam de lado. O medo constante, a fome, a morte, o ambiente de terror permanente, as famílias despedaçadas são pormenores nunca deixados ao acaso pela máquina nazi de Netanyahu.

As atrocidades cometidas em Gaza e na Cisjordânia são um grito estridente acerca da capacidade “humana” para o exercício das piores maldades. Mas, ainda assim, continuaremos a assistir à perpetração das maiores e piores práticas de desumanização, e das maiores violações dos mais básicos direitos humanos. Porque aqueles que estão sempre a apregoar os valores da democracia, da liberdade, da paz, do bem e da defesa dos direitos humanos são os mesmos que patrocinam toda a matança, o genocídio e as mais escabrosas práticas anti-humanas.

5 comentários

Comentar post