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RAPIDINHA

Como dizia o outro: “burros autenticamente…”

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Eu já havia antevisto – há muito tempo – que a narrativa acerca das alterações climáticas serviria apenas para doutrinar a maralha, de modo a que esta se comporte obediente e alegremente face a tudo o que lhes for vendido e imposto.

Ontem, os patetas do The Guardian, publicaram esta parvoíce. Eles e os seus “especialistas” estão muito seguros de que as alterações climáticas são também responsáveis pelo fim de muitos relacionamentos. É certo que as pessoas já deveriam saber que os jornalistas são burros autenticamente (especialmente desde o tempo do Paulo Portas) e, por conseguinte, não levar a sério aquilo que eles dizem ou escrevem. O problema é que a maioria das pessoas também tem vindo a emburrecer sobremaneira, porque continua a acreditar em tudo o que lhes aparece nos mais diversos ecrãs. Veja-se o resultado das últimas eleições, por exemplo.

Se esmiuçarmos bem a questão, poderemos concluir que não se trata apenas de burrice, mas também de falta de honestidade no desempenho da profissão. Trata-se, pois, de gentinha burra, mas que é paga para fazer o servicinho e, por essa razão estão desculpados. Enquanto os trocos lhes caírem no bolso, eles vão continuar com as mais diversas propagandas. Quando deixar de cair, como aconteceu no grupo Global Media, eles vão-se mostrar todos muito revoltados e vão erguer as bandeiras das liberdades de imprensa e de expressão.

Não é nada difícil antever que a narrativa das alterações climáticas será usada para justificar tudo e mais alguma coisa. Por exemplo, há mais de dois anos que a mortalidade é excessivamente elevada, quer em Portugal, quer na Europa, quer em todo o mundo ocidental. No entanto, a comunicação social não se atreve sequer a mencionar o assunto. São centenas de milhares de pessoas – senão mesmo, milhões - que morrem “a mais” por ano e ninguém quer saber. Por outro lado, 14 casos de sarampo e vinte e poucos casos de hepatite A fazem as manchetes diárias e deixam os autenticados burros num estado frenético. É óbvio que não vai tardar muito em usarem as alterações climáticas como justificação para o tremendo excesso de mortalidade, que “inexplicavelmente” ocorre desde o ano de 2021.

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