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Contrário

oposto | discordante | inverso | reverso | avesso | antagónico | contra | vice-versa

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RAPIDINHA

“Stalin assinava um acordo secreto com Hitler. Nove dias depois, começava a II Guerra Mundial”. São os FdP (Fanáticos da Propaganda), uma vez mais, prostrados de quatro e levar com os bacamartes de Washington e a latir a sua propaganda. É verdade que Estaline assinou um acordo com Hitler, em Agosto de 1939. Mas em que consistiu esse acordo? E já que falam na II Guerra Mundial, como é que ela acabou? Não me digam que foi com o desembarque na Normandia… Ah! Os heróis da Normandia!

Desvario

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A 30 de Novembro de 2022, Ursula von der Leyen – a maior cheerleader de Washington e chefe do bando europeu anti-Rússia - disse que já tinham morrido mais de 100 mil militares ucranianos e 20 mil civis.

Segundo o jornal israelita Hürseda Haber, que citou os serviços secretos israelitas Mossad como fonte, a 14 de Janeiro de 2023 eram mais de 160 mil, o número de soldados ucranianos mortos.

De valorizar ainda as declarações de algumas altas patentes do exército norte-americano, que garantiam que em Fevereiro de 2023, portanto um ano depois da invasão, a Ucrânia já tinha perdido cerca de 260 e mil militares e mais de 80 mil encontravam-se desaparecidos.

Saliente-se ainda que, na batalha por Bakhmut morreram mais de 100 mil militares ucranianos e só na mais recente batalha por Avdiivka, as baixas ucranianas foram superiores a 30 mil.

Neste momento, todas as evidências apontam para um número de militares ucranianos mortos superior a 400 mil, sendo que algumas fontes norte-americanas falam em mais de 500 mil.

E perante um cenário catastrófico como este, Zelensky não apresenta nenhum pejo em afirmar que, nos últimos dois anos, morreram apenas 31 mil soldados ucranianos. E completamente inebriado pela falsidade que o caracteriza, ainda disse que do lado russo, o número de militares mortos já ultrapassou os 180 mil.

Portanto, um discurso completamente desfasado da realidade, que só pretende continuar a iludir o povo ucraniano de que é possível vencer um conflito impossível de vencer. E, obviamente, continuar a anestesiar o povo europeu e o povo americano, para que estes continuem a aceitar todas as crises – que só servem para encher os cofres dos mais ricos - e todos os voluptuosos cheques que alimentam a indústria militar, sobretudo a norte-americana. E a comunicação social continua a prostrar-se e a sodomizar-se perante tudo isto, contribuindo decisivamente para que a maioria das pessoas continuem iludidas e aprisionadas neste estado de desvario mental.

O “mundo ocidental” parece um manicómio, em que o director clínico que prescreve toda a terapêutica é o demente Joe Biden.