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RAPIDINHA

Sempre a apoiar o nazismo, o "nazionismo" e o genocídio. E sempre a regurgitar a propaganda de Washington. Coisinha repelente.

É mesmo Ursula

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A patética e criminosa Ursula von der Leyen afirmou que a União Europeia (UE) “pode finalmente” trabalhar com o governo de Damasco. Ou seja, a UE da Ursula aprecia trabalhar com terroristas da Al-Qaeda e do ISIS, aqueles que tomaram a Síria de assalto, com o mais alto patrocínio de Washington e seus capachos ocidentais.  

Nos últimos dias, registaram-se massacres horríveis na Síria. Mais de 1.000 pessoas foram brutalmente assassinadas, a maioria delas são alauitas e muitas outras são cristãos. A barbárie ocorreu nas cidades de Latakia e Tartus, essencialmente. Os perpetradores da selvajaria foram os esquadrões da morte do HTS (eufemismo ocidental para Al-Qaeda e ISIS), liderados pelo novo presidente da Síria, Mohammed al-Jolani, antigo líder da Al-Qaeda na Síria.

Mais de 1.300 inocentes de minorias religiosas da Síria foram decapitados e/ou crucificados, às ordens do governo terrorista de Mohammed al-Jolani – o governo com o qual a desprezível Ursula von der Leyen diz que até dá gosto conversar e sentar à mesa.

Como já devem ter reparado, a esmagadora maioria dos órgãos de comunicação não fizeram grande alarde desta barbárie. Os que abordaram o assunto, só o fizeram para – uma vez mais – distorcer a realidade e espalhar mentiras, tal como fizeram quando reportaram a “grande libertação da Síria” há pouco mais de três meses.

A prostituída comunicação social ocidental está a encobrir estas atrocidades, enquadrando-as falsamente como “vingança” contra os apoiantes de Assad. A verdade é uma só e muito clara: a Síria é agora controlada por jihadistas salafistas e terroristas que atacam da forma mais bárbara, as minorias religiosas existentes no país. É apenas mais um genocídio que a comunicação social prostituída encobre ou o apresenta de forma totalmente distorcida, quase que a romantizar com os terroristas que outrora eram o maior mal deste mundo.

Desde que os terroristas da Al-Qaeda e do ISIS tomaram conta do país, a Síria deixou de ser um país. É apenas um território esventrado por Israel, pela Turquia e pelos terroristas da Al-Qaeda e do ISIS, que só estão no poder, porque receberam o alto patrocínio de Washington, que assim perpetrou mais um golpe de estado. E continuam a receber o apoio de Washington, bem como dos seus capachos europeus. Basta olhar para as palavras da genocida Ursula, seus súbditos "líderes" europeus e para a actuação da alegremente sodomizada comunicação social. 

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