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Contrário

oposto | discordante | inverso | reverso | avesso | antagónico | contra | vice-versa

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RAPIDINHA

“Stalin assinava um acordo secreto com Hitler. Nove dias depois, começava a II Guerra Mundial”. São os FdP (Fanáticos da Propaganda), uma vez mais, prostrados de quatro e levar com os bacamartes de Washington e a latir a sua propaganda. É verdade que Estaline assinou um acordo com Hitler, em Agosto de 1939. Mas em que consistiu esse acordo? E já que falam na II Guerra Mundial, como é que ela acabou? Não me digam que foi com o desembarque na Normandia… Ah! Os heróis da Normandia!

Informação é algo diferente

Há vários dias consecutivos que os órgãos de comunicação social passaram a dedicar-se com especial afinco à narrativa da invasão russa à Ucrânia. Tal como acontece em todos os outros assuntos, os órgãos de comunicação social portugueses (e europeus) seguem sempre a agenda norte-americana. Pior do que assistir a uma comunicação social tão vergada, incompetente e falaciosa é constatar que os líderes europeus não passam de um bando de paus-mandados do senhor Biden.

Com que então a Rússia vai invadir a Ucrânia?! Parece que agora as invasões bélicas têm data e hora marcadas. Qualquer pessoa minimamente esclarecida percebe que se a Rússia tivesse alguma intenção de invadir a Ucrânia já o tinha feito, sem pedir licença a ninguém. Mas a Casa Branca, que adora fazer dos russos os malfeitores do mundo – para que as atenções não caiam sobre si própria – quer fazer o mundo acreditar que a Rússia vai mesmo entrar em guerra com a Ucrânia. E os sempre rastejantes líderes europeus seguem as instruções americanas com um grau de enamoramento absolutamente inacreditável.

E são tão estúpidos que ainda nem sequer deram conta que a guerra já começou – a guerra económica. Os preços da energia, do petróleo, bem como de outros bens e serviços já começaram a disparar. As bolsas europeias – os assustadiços mercados – já começaram a apresentar significativas quedas e, mesmo assim, os governos europeus e a comunicação social continuam a martelar forte e feio nessa falsidade que é a “mais do que certa invasão russa”, servindo assim os interesses da Rússia, eventualmente, mas sobretudo os interesses dos Estados Unidos, que têm sempre como objectivo primordial subjugar a Europa – e a Europa prostra-se de quatro, dando cumprimento a essa nobre missão que é a de satisfazer o amigo colorido que tem do outro lado do atlântico.

Voltando à comunicação social que deveria assumir um papel importante, sobretudo naquilo que é a sua principal função – a de informar convenientemente e não a de propagar desinformação encomendada - chegam ao cúmulo de fazer parangonas a dizer que a comunidade ucraniana em Portugal está muito preocupada, quando os cidadãos ucranianos - na Ucrânia – estão a viver as suas vidas normalmente, chegando mesmo a afirmar que não estão nem preocupados nem com medo e que, principalmente, não acreditam em qualquer invasão russa.

Portanto, Putin já disse inúmeras vezes que a Rússia não tem nenhuma intenção de invadir a Ucrânia – é certo que intensificou as movimentações militares junto à fronteira, mas isso não é nada de novo -, e o próprio presidente ucraniano – Volodymyr Zelensky – apelou para que se parasse com o discurso do pânico, mas os americanos é que sabem das coisas. Se eles dizem que vai haver invasão e guerra é porque é verdade. Verdade? A verdade é que o governo norte-americano está a perder a paciência com o facto de a Rússia ainda não ter invadido a Ucrânia. E por essa razão andam histéricos - como referiu Putin – a espalhar o terror, a ver se a coisa vai ou racha.

É a habitual estratégia de semeação do pânico e do medo, para dar continuidade ao culto da imagem de salvadores do mundo. Eles – os americanos - é que são os bons. Os russos, esses são os maus da fita. Já em relação aos líderes europeus, bem, desses emasculados nada se pode esperar, a não ser o facto de que vão seguir as instruções do seu amo como verdadeiros capachos doutrinados que são.