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Ivermectina e evidência científica

São vários os estudos que indicam que o uso da ivermectina no tratamento da doença Covid-19 reduz significativamente a mortalidade. Vários estudos sustentam também que a ivermectina tem elevada eficácia na profilaxia face aos efeitos causados pela Covid-19.

Um estudo recente demonstra que o uso da ivermectina no tratamento de pacientes com Covid-19 reduz a probabilidade de morrer em cerca de 70% face ao tratamento com o medicamento remdesivir.

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Um outro estudo tem a ver com o uso da ivermectina como medida profiláctica. Esse estudo avaliou o impacto do uso regular da ivermectina nas taxas subsequentes de infecção, hospitalização e mortalidade por Covid-19. O estudo concluiu que o uso regular da ivermectina conduziu a uma redução de 44% na taxa de infecção e de 68% na taxa de mortalidade por Covid-19. O estudo também evidencia uma redução de 67% nas hospitalizações.

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São mais dois estudos a somar a muitos outros que já apontavam que a ivermectina apresenta uma elevada eficácia, quer no tratamento quer na prevenção da Covid-19.

Convém recordar que o medicamento remdesivir não foi diabolizado pela indústria farmacêutica – antes pelo contrário, foi recomendado -, nem pelos especialistas, nem pelas autoridades da saúde, nem pela comunicação social e seus comentadores. Ao contrário da ivermectina, que foi diabolizada e até mesmo alvo de chacota. Convém também recordar que o remdesivir é um medicamento que custa muitas centenas de euros, ao passo que a ivermectiva custa apenas alguns cêntimos. Trata-se de um medicamento que já não tem patente há muitos anos, e só por essa razão foi posto de lado. O uso da ivermectina não encheria os bolsos de ninguém e ainda levaria a uma enorme redução na venda das vacinas. A ivermectina, que até valeu um prémio nobel aos seus descobridores, tornou-se palavra proibida e todos quantos a ela se referissem como eficaz no tratamento ou prevenção da Covid-19 eram considerados "chalupas".

A título de curiosidade, dados de entidades oficiais indicam que 80% da população africana adquiriu imunidade natural, o que significa que esteve exposta ao vírus. Contudo, o facto de 80% da população ter sido exposta ao vírus não se repercutiu nas hospitalizações nem na mortalidade. Para quem não sabe, a ivermectina é um medicamento comummente usado na população africana. Mas, como todos saberão, a taxa de vacinação em África é reduzidíssima. Portanto, é fazer as contas.

Veremos até quando as autoridades políticas e da saúde vão continuar a ignorar os factos apresentados pela ciência e até quando vão continuar a fazer de conta que o facto de não terem recorrido a este medicamento, como medida de combate à Covid-19 foi, provavelmente, o maior erro cometido desde o início da pandemia. Está, pois, cada vez mais claro que o uso da ivermectina poderia ter poupado a vida de milhões de pessoas. E poupado milhares de milhões de euros aos serviços de saúde de todos os países, ou seja, ao bolso de todos os contribuintes. Milhares de milhões de euros que foram direitinhos para os bolsos da big pharma - aqueles que diziam que só as vacinas resolveriam o problema e que mandaram calar todos quantos se atrevessem a pronunciar a palavra "ivermectina".