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Contrário

oposto | discordante | inverso | reverso | avesso | antagónico | contra | vice-versa

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RAPIDINHA

A cotação do petróleo continua em queda, mas os combustíveis vão aumentar. Porquê? Porque sim. Além disso, o Euro2024 está a começar e andam todos distraídos a bater palmas ao autocarro da selecção... portanto, é uma boa altura para aumentar os preços.

Jornalismo desta estirpe não faz falta nenhuma

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Parece que o grupo Impresa sofreu um ataque informático que deitou abaixo alguns dos seus principais sites, como o da SIC Notícias e o do Expresso. Dizem que o ataque constituiu um atentado à liberdade de imprensa, contudo, considerando o nível de jornalismo praticado pelo grupo Impresa parece-me que o ataque cibernético só veio contribuir para que se propague menos desinformação. O ataque é um crime, não há dúvidas, mas há males que vêm por bem.

A comunicação social em geral, mas a SIC e restantes órgãos do grupo Impresa em particular, não fazem outra coisa senão propagar desinformação, sobretudo no que respeita à pandemia e às vacinas. São falácias atrás de falácias, repetidas até à exaustão e sem nunca dar espaço ao contraditório. E quando falo de contraditório refiro-me à opinião de cientistas renomados, a começar pelo que diz o inventor da tecnologia mRNA, que serve de base às vacinas que estão a ser administradas. Alguma vez alguém ouviu o que o Dr. Robert Malone tem a dizer sobre as vacinas mRNA? Nem uma palavra. E o senhor tem dito muita coisa que deveria ser debatida no espaço público. Aquilo que um reputadíssimo virologista diz sobre as vacinas que foram desenvolvidas através de uma tecnologia que ele próprio desenvolveu não tem validade? Não merece ser discutida e ainda é silenciada? Sim, é isto que os órgãos do grupo Impresa fazem. Não há espaço para o debate. Só há lugar para a narrativa pré-estabelecida que provém de quem tem o poder, o controlo e o dinheiro.

A SIC – canal principal do grupo Impresa – é especialista em desinformar, no que diz respeito à vacinação. A SIC faz jornalismo de cartilha. Em relação às vacinas, a SIC não actua como órgão de comunicação social, a SIC é a melhor equipa de delegados de propaganda que os laboratórios que as vendem poderiam desejar.

Então no que respeita à vacinação das crianças é um escândalo. A SIC abre os blocos noticiários com infindáveis directos a promover fortemente a vacinação, como se os espaços de notícias se tivessem transformado em espaços de propaganda. Bem, se um intervalo publicitário a meio de um bloco de notícias é caríssimo, eu nem quero imaginar quanto custará um espaço dentro do próprio bloco noticiário.

Qualquer pessoa minimamente inteligente consegue perceber que a vacinação de crianças é uma insanidade. As crianças não ficam doentes e a vacina não impede os contágios. Então, porquê vacinar as crianças? Com que objectivo? Para defender que tipo de interesses? Não é para defender a saúde pública, certamente. A SIC não noticia, a SIC promove e incentiva veementemente a vacinação das crianças, apenas e só porque o poder estabelecido assim o determinou.                                       

Ontem, no Jornal da Tarde, a SIC noticiou que “o México atingiu o dobro da mortalidade”. São tão incompetentes que nem sequer se deram ao trabalho de esclarecer qual o período em análise, ou seja, os números actuais são o dobro daqueles que se verificaram em qual outro período? Não será certamente em relação ao do ano passado por esta altura. É assim que funciona a comunicação social e em particular a SIC. Atira-se uma mentirola para o ar, porque lá em casa os totós vão comer.

E ainda acrescentaram que o grupo farmacêutico Moderna vai “doar” umas centenas de milhares de vacinas ao México, como se aquilo que está a acontecer no México fosse uma desgraça e que o povo mexicano vai ser salvo pelas sagradas vacinas do tio Sam. A verdade é que no México – com 57% de pessoas elegíveis vacinadas – a vacinação não avança, porque a mortalidade e a severidade da doença baixaram significativamente e também porque os serviços de saúde recorrem a outras formas de combater a doença, como por exemplo, a Ivermectina. E só por esta razão é que a Moderna “oferece” vacinas, porque não é bom para as farmacêuticas que existam países com baixa vacinação e com números significativamente melhores do que muitos países com elevadas taxas de vacinação.

Só para que tenham a noção, neste momento, o México apresenta uma mortalidade 15 vezes inferior àquela que se verifica nos EUA, onde a vacinação é superior, sobretudo no que respeita à dose de reforço, que no México nem sequer existe, sendo que nos EUA a população é cerca de 2,5 vezes superior ao México. É fazer as contas.

Jornalismo desta estirpe não faz falta nenhuma.