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RAPIDINHA

A propaganda intensifica-se. As taxas de juro só baixam - e praticamente nada - porque estamos em cima das eleições europeias. Apenas isso.

Mais uma assobiadela para o lado

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Este é um estudo científico (revisto por pares) que comprova o aumento da mortalidade por cancro verificado após a terceira dose da vacina mRNA, durante a pandemia de Covid-19 no Japão.

O estudo demonstra os aumentos estatisticamente significativos nas taxas de mortalidade ajustadas por idade, de todos os tipos de cancro e de alguns tipos específicos de cancro, mais concretamente, cancro do ovário, leucemia, próstata, cancro labial/oral/faringe, pâncreas e da mama. Trata-se de dados que foram observados em 2022, após dois terços da população japonesa ter recebido a terceira dose da vacina SARS-CoV-2 mRNA-LNP.

O estudo demonstra que os aumentos acentuados nas taxas de mortalidade destes tipos de cancros podem ser atribuídos a vários mecanismos relacionados com a vacinação mRNA-LNP e não devido a infecção por COVID-19 ou à redução verificada no tratamento de cancros, aquando do confinamento.

Esta pesquisa relata que a vacina SARS-CoV-2 mRNA-LNP pode representar o risco de desenvolvimento e também da progressão de cancros já existentes. Vários relatos de casos descreveram o desenvolvimento ou agravamento do cancro após a vacinação.

Este é apenas mais um estudo que vem alertar para o escandaloso e brutal aumento de doenças graves e da mortalidade. Contudo, as autoridades políticas, as autoridades da saúde e a própria comunicação social – que tanto promoveram a vacinação contra a Covid-19 – nada dizem sobre este assunto. Pior que isso, todas estas entidades têm vindo a criar um lastro de desinformação, que visa encobrir este grave problema e, simultaneamente, semear explicações falsas que, a todo momento, serão apresentadas à população em espampanantes PowerPoints.

A referida tríade da propaganda (poder político, autoridades da saúde e comunicação social) vêm apregoar – não raras vezes – que o excesso de mortalidade e de doenças não é assim tão significativo e que ambos se devem ao vírus SARS-CoV-2 e não às vacinas. Mas, a verdade é que os dados reais – patentes neste estudo e em muitos outros – demonstram que não ocorreu um excesso de mortalidade significativo durante o primeiro ano da pandemia (2020), excepto a mortalidade directamente causada pela Covid-19, evidentemente.

Por outro lado, este (e muitos outros estudos) demonstra que se verificou uma mortalidade excessiva em alguns tipos de cancro já em 2021, após a vacinação em massa com a primeira e segunda dose da vacina. E também demonstra que foram observadas mortalidades excessivas significativas para todos os cancros (mais em alguns tipos específicos de cancro) após a vacinação em massa com a terceira dose em 2022.

Neste caso concreto, o do Japão, verificou-se um excesso de mortalidade estatisticamente significativo, que surgiu em 2021 e aumentou ainda mais em 2022. Além disso, foi observado um excesso significativo de mortalidade mensal após Agosto de 2021, sendo que a vacinação em massa da população em geral começou por volta de Abril de 2021.

De salientar ainda o facto de que a tendência excessiva na mortalidade por cancro verificou-se em praticamente todas as faixas etárias e que é muito pouco provável que os aumentos significativos na mortalidade, em pelo menos seis tipos específicos de cancro sejam explicados pela falta de cuidados de saúde.

Mas as autoridades vão continuar a insistir na ideia de que este gravíssimo problema não merece ser discutido (pense-se que não há nenhuma guerra a matar tanta gente em tão pouco tempo). E quando questionados – e são-no cada vez mesmo, decorrente de uma comunicação social incompetente e corrupta – vão sempre responder que um eventual excesso de morbidade e mortalidade estão relacionados com o vírus e/ou a falta acompanhamento médico. E, tal como já venho a alertar há bastante tempo, não se admirem quando eles – a tríade - disserem que o aumento da mortalidade é causado pelas alterações climáticas.

Esta gente já demonstrou muito bem até onde consegue levar um mentira. Invariavelmente, cada mentira leva-nos – sempre - a outra mentira ainda maior.

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