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Contrário

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RAPIDINHA

Sempre a apoiar o nazismo, o "nazionismo" e o genocídio. E sempre a regurgitar a propaganda de Washington. Coisinha repelente.

Malditos

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É absolutamente execrável a forma como a televisão pública continua a fazer propaganda pró-genocídio e a defender os abomináveis ataques perpetrados por Israel.

Depois de tudo que já se viu – e podem crer que eles mostram muito pouco –, a RTP diz que “Israel retalia”. E classifica a situação como “guerra em Gaza” ou “guerra no Médio Oriente”. Israel não retalia, nem nunca retaliou. Israel é um estado apartheid e genocida, que está sempre a inventar razões para atacar tudo e todos, sobretudo o povo palestiniano indefeso. Não há nenhuma guerra em Gaza, há um genocídio em curso, que vem desde há muitas décadas.

Claro que esta campanha “nazionista” é levada a cabo por todos os órgãos de comunicação social, mas quando a vejo na televisão pública, não tenho dúvidas de que a ramificação e controlo “nazionista” no ocidente (Portugal incluído) é um facto mais do que comprovado.

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Aproveito ainda para salientar uma afirmação do candidato presidencial Marques Mendes. O caga-tacos disse que há um “silêncio insuportável” sobre a situação em Gaza. Marques Mendes vem agora – que é candidato presidencial e tem a percepção de que o público não admite o que se passa em Gaza – exigir que se condene a actuação de Israel. É o mesmo Marque Mendes que, durante cerca de um ano e meio, defendeu acerrimamente a actuação de Israel em Gaza e em todo o Médio Oriente, bem como o apoio dos EUA a Israel (sobretudo durante a administração Biden).

A crise humanitária em Gaza existe há muitas décadas e intensificou-se sobremaneira, logo após o dia 7 de Outubro de 2023, mas este caga-tacos só reparou agora, que é candidato à presidência da república.

No seu espaço de comentário, no Jornal da Noite da SIC, Marques Mendes sempre centrou a discussão do assunto nos acontecimentos de 7 de Outubro. Borrifou-se totalmente para o contexto histórico. Nas várias intervenções que teve sobre o assunto, nunca fez qualquer menção à ocupação, ao bloqueio de Gaza, ou aos antecedentes estruturais do conflito. A sua narrativa centrou-se exclusivamente no presente mais imediato e no pretenso "direito à autodefesa" de Israel — sem nunca dar a mínima importância aos direitos do povo palestiniano. Sem nunca se sentir incomodado com as mais execráveis violações dos mais básicos direitos humanos.

E quanto à questão humanitária que, como referi anteriormente, é algo que se arrasta há muitas décadas em Gaza e na Cisjordânia, Marques Mendes nunca deu a mínima importância a essa calamidade. Sempre que abordou a parte humanitária, centrou-se exclusivamente na questão dos reféns israelitas. Praticamente nada foi dito por Marques Mendes sobre os civis palestinianos, mesmo quando os bombardeamentos já causavam dezenas de milhares de mortes, em que a esmagadora maioria são mulheres e crianças.

Gente maldita.

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