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Novo Banco: o governo sempre quis que o comprador "fosun" chinês

Ainda há poucos dias, Paulo Portas dizia que era o Oliveira da Figueira da série Tintim. Paulo Portas considera-se um verdadeiro vende tudo. E é bem verdade! Ele e o seu governo conseguem vender tudo, especialmente aquilo que não lhes pertence. E têm uma especial vocação pela arte da desbaratação e alienação do património público.

 

Este governo é especialista em vender, o que para uns pode parecer bom, mas não é. Além disso, é especialista em vender baratinho, o que é muito mau e até mesmo criminoso. A missão deste governo em fim de legislatura é "privatizar", e o slogan para as suas escandalosas privatizações poderia ser: "É para quem der menos!".

 

Foi assim com a Fidelidade, se bem se lembram, vendida ao grupo chinês Fosun. E será assim, agora com o Novo Banco. O governo, por intermédio do regulador, não foi capaz de vender o banco aos chineses da Anbang que tinham apresentado a melhor proposta. Entretanto, parece que já chutaram para canto o grupo americano Apollo, que havia feito a segunda melhor oferta. E assim se chegou às negociações com a Fosun, outro grupo chinês que tem feito muito bons negócios em Portugal (bons negócios para eles, claro).

 

É caso para dizer que o governo sempre quis que o comprador do Novo banco "fosun" chinês.

 

Este governo é um mãos largas a vender. Ainda me lembro da campanha que o senhor ministro da economia encetou para denegrir a imagem e, sobretudo, o valor da TAP para depois vendê-la bem baratinha. Na altura, Pires de Lima chegou mesmo a afirmar que "a TAP seria vendida pelo preço que dessem por ela". Que belo estadista este ministro!

 

Agora a estratégia é a mesma de sempre. Desbaratar e oferecer o produto a preço de amigo, fazendo boa figura perante os senhores do dinheiro, afinal nunca se sabe quantos ministros, secretários de estado e afins se tornarão em futuros Catrogas no curto-prazo.

 

Curiosidade: Por que razão estes senhores da direita criticam tanto os países governados por partidos comunistas, se gostam tanto do dinheiro deles?

 

 

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