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O engodo continua

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Durante o último fim-de-semana decorreu mais uma campanha de vacinação das crianças com idades entre os cinco e os 11 anos. Felizmente, muitos dos pais destas crianças não se deixaram ludibriar pela campanha maliciosa que tem vindo a ser implementada desde o final de 2021.

Em 2020 e durante quase todo o ano de 2021, a Covid-19 não apresentava praticamente nenhum risco para as crianças. Não havia qualquer registo de internamentos graves. Os especialistas da TV e as autoridades da saúde até diziam que as crianças nem sequer transmitiam o vírus, isto para sustentar a decisão de manter as escolas abertas. As escolas eram os locais mais seguros do mundo e, se por acaso, alguma criança testasse positivo era por culpa dos seus pais – na altura o objectivo era convencer os pais a vacinarem-se. E, claro, porque naquela altura ainda não havia vacinas pediátricas.

Assim que começou a cheirar que as vacinas pediátricas estavam a caminho (finais de 2021) – coincidindo também com a altura em que a esmagadora maioria dos adultos já se encontrava vacinada – as crianças passaram a ser o problema da pandemia, já eram elas que faziam circular o vírus, as escolas passaram a ser o principal local de disseminação do vírus e até começou a haver registo de internamentos de crianças com Covid-19.

Como é sabido que muita gente emprenha pelos ouvidos e tem na comunicação social o seu oráculo, o resultado foi o que se viu, ou seja, numa primeira fase muitos pais levaram as suas crianças para um processo de vacinação completamente descabido, desnecessário e que contraria todas as evidências – as científicas e as do bom senso. Tal como comecei por referir, felizmente muitos pais não se deixaram engodar por esta campanha sórdida, cujos potenciais efeitos nefastos na saúde das crianças são completamente desconhecidos. Não há nenhum conhecimento científico que garanta que as vacinas são seguras a longo prazo. Aliás, é a própria Pfizer que admite essa insuficiência científica e que lava as mãos como Pilatos, no caso de algo errado acontecer na saúde das crianças e dos adultos, no futuro. A escusa de responsabilidades está bem patente nos acordos de compra e venda de vacinas que o governo e a DGS assinaram com a Pfizer.

É óbvio que o problema do desconhecimento dos efeitos de longo prazo existe também nos adultos, mas a questão assume outra dimensão quando falamos das crianças, por várias razões. Desde logo, porque os adultos podem tomar a decisão por si próprios e as crianças não. Depois, porque as crianças têm o seu sistema imunitário ainda em desenvolvimento e, à partida, muitas mais décadas de vida pela frente. E, por último e ainda mais esclarecedor está o facto de as crianças praticamente não ficarem doentes.

Se ao anteriormente exposto adicionarmos o facto de a vacinação não ter nenhum impacto na redução da propagação do vírus, só podemos concluir – sem qualquer reserva – que a vacinação das crianças contra a Covid-19 é um dos maiores crimes humanitários das últimas décadas.

Mas a tramóia promete continuar. E sempre a piorar. Notem que já andam por aí a propagandear (até dizer chega) o caso de uma criança de um ano que está internada nos cuidados intensivos por causa da Covid-19, dizem eles, pois não está provado que o problema de saúde dessa criança tenha sido provocado pelo vírus. Mas como o objectivo é inflamar a campanha do medo, há que usar todas as armas disponíveis. Lembrem-se que foi precisamente na semana em que se retomou a campanha de vacinação de crianças, que foram cirurgicamente plantadas três notícias que andam a ser marteladas diariamente, para ver se entram na cabeça das pessoas. A primeira foi a de que a morte daquele menino de seis anos de idade, uma semana após a toma da vacina, nada teve a ver com a vacina. Claro que não. Caso arquivado. Já a criança (de apenas um ano) que se encontra nos cuidados intensivos, essa está doente por causa do vírus. Não há dúvida. Mas notem bem, a criança só tem um ano de idade, pelo que ainda não pode ser vacinada. Mas esse “pormenor” vai entroncar com a terceira notícia que já anda por aí a ganhar lastro – a de que a vacinação de crianças entre os seis meses e os cinco anos de idade já está na forja.

É preciso estar muito hipnotizado para não conseguir enxergar o quão errada e maléfica é toda esta campanha.

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