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Contrário

oposto | discordante | inverso | reverso | avesso | antagónico | contra | vice-versa

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RAPIDINHA

A cotação do petróleo continua em queda, mas os combustíveis vão aumentar. Porquê? Porque sim. Além disso, o Euro2024 está a começar e andam todos distraídos a bater palmas ao autocarro da selecção... portanto, é uma boa altura para aumentar os preços.

O excesso de mortalidade e de propaganda

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A comunicação social acordou - há poucos dias – para uma realidade que existe em Portugal (e no mundo) há vários anos, desde de 2020. A competentíssima e nada corrupta comunicação social vem agora dizer que Portugal regista “15 dias consecutivos de excesso de mortalidade”.

Não me vou atrever a contestar esse “facto”, porque apesar de não dispor dos dados necessários que confirmem esta afirmação, parece-me “normal” que isso esteja a acontecer, dadas as circunstâncias. Mas aquilo que é realmente surpreendente (ou não) é constatar que a comunicação social que tem ignorado e escondido uma realidade gravíssima – a de que Portugal e o mundo registam um excesso de mortalidade desde o ano de 2020 – venha agora alertar para essa dura realidade, logo agora, no momento em que há mais do que uma razão evidente que explica o nível de excesso actual da mortalidade.

Aquilo que é factual – quem quiser ver com os seus próprios olhos, pode pesquisar nos relatórios da OCDE – é que Portugal regista um excesso de mortalidade desde o ano de 2020. E até ao momento ninguém ouviu um único pio sobre o assunto na comunicação social.

Se por um lado, a pandemia serviu para justificar o excesso de mortalidade no ano de 2020, por outro, a partir de 2021, a pandemia deixou de servir como desculpa para justificar essa preocupante realidade. Toda a gente sabe que a partir de 2021 passou a ser administrada uma miraculosa “vacina”, super-eficaz e seguríssima, portanto, a pandemia deixou de ser a razão para o excesso de mortalidade.

Os dados da OCDE demonstram que, quer em 2022, quer mesmo em 2023, o excesso de mortalidade continua presente em todo mundo, incluindo Portugal. Mais, os relatórios da OCDE demonstram que a partir do ano de 2021, a mortalidade COVID desceu abruptamente, pelo que a razão que leva a esse constante excesso de mortalidade tem que ser outra.

Políticos, autoridades da saúde e comunicação social (o trio maravilha que impingiu e controlou toda a narrativa durante a pandemia) nada têm dito sobre este enorme escândalo de saúde pública que assola Portugal e muitos outros países. Ninguém na comunicação social sequer se atreve a mencionar o assunto, muito menos a fazer as perguntas que deveriam estar a ser feitas há já vários anos.

Mas agora vêm todos falar em “excesso de mortalidade”. Agora que existem razões óbvias que a justificam. E querem saber por que razão, agora, não só não escondem a verdade, como não se cansam de falar nela? É simples, porque assim vão poder continuar a propagandear a receita dos vendedores de vacinas e voltar à carga com a necessidade de vacinar, vacinar, vacinar. Este ano, a idade para a vacinação contra a gripe baixou para os 60 anos de idade e não tenham dúvidas de que essa fasquia continuará a descer, porque a “ciência” não quer que ninguém morra. E o valor do excesso de mortalidade registado nos últimos anos comprovam exactamente isso – que a “ciência” (vulgo, big pharma) está totalmente comprometida com esse nobre desígnio que é salvar vidas.

Já agora, para terminar, a DGS informou que a vacinação contra a gripe regista, este ano, um valor semelhante ao do ano passado. Se calhar deveríamos estar a falar sobre a eficácia da vacina para este ano… mas o trio maravilha vai manter a estratégia de virar o bico ao prego e continuar a espalhar a mentira de que a maioria dos internamentos ocorre em pessoas não vacinadas. Foi o que fizeram em relação à Covid-19 e a maioria das pessoas acreditou. Mesmo depois de alguns dirigentes hospitalares terem confirmado precisamente o contrário.