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Contrário

oposto | discordante | inverso | reverso | avesso | antagónico | contra | vice-versa

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RAPIDINHA

“Stalin assinava um acordo secreto com Hitler. Nove dias depois, começava a II Guerra Mundial”. São os FdP (Fanáticos da Propaganda), uma vez mais, prostrados de quatro e levar com os bacamartes de Washington e a latir a sua propaganda. É verdade que Estaline assinou um acordo com Hitler, em Agosto de 1939. Mas em que consistiu esse acordo? E já que falam na II Guerra Mundial, como é que ela acabou? Não me digam que foi com o desembarque na Normandia… Ah! Os heróis da Normandia!

O “mundo livre”, que não se livra dos FdP

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Já se adivinhava que a patetada viria hoje com a propaganda fascista, tendo como base o funeral de Alexei Navalny. Segundo eles, o “mundo livre” tem os olhos postos em Moscovo. Ah! Como eles gostam de pôr os olhos em Moscovo. O “mundo livre” não está interessado em pôr os olhos em Gaza, onde os “nazionistas” patrocinados por Washington chacinam um povo indefeso, que nem no momento em que desesperadamente tentam obter alimentos escapam à matança “nazionista”.

O “mundo livre”, aquele que muito aprecia prostrar-se de quatro e de ser constantemente sodomizado pelos poderosos norte-americanos, é o mundo que assiste de camarote à maior campanha genocida alguma vez vista, sem sequer refilar. É o mundo que vê os responsáveis norte-americanos a chumbar constantemente as resoluções das Nações Unidas, que clamam por cessar-fogo e pela condenação dos actos bárbaros dos “nazionistas” israelitas, tal como este último ataque a civis desesperados por comida.

E, no entanto, é o mundo que está sempre a ladrar – quais pinschers enfurecidos – contra tudo aquilo que tenha a ver com Vladimir Putin. Até mesmo o funeral de uma figura insignificante, como era Alexei Navalny na Rússia.

Dizem eles que o funeral reuniu centenas de pessoas (milhares, talvez?). Milhares? Não. Milhares não. Estavam lá “Milhazes” de pessoas. Isso sim.

A verdade é que nem centenas acorreram ao “evento”. E tenho sérias dúvidas de que a viúva de Navalny – a dona Navalnaya – tenha marcado presença. Considerando a azafama e a sobrecarga da sua agenda de propaganda ocidental, é bem possível que ela própria tenha faltado à cerimónia.

Estes FdP (Fanáticos da Propaganda) do “mundo livre” são mesmo assim. Adoram endeusar nazis, como fizeram na Ucrânia e em alguns parlamentos ocidentais. No Canadá, até condecoraram um nazi da Segunda Guerra Mundial, numa cerimónia onde Zelensky estava presente e aplaudiu de pé. São os mesmos FdP (Fanáticos da Propaganda) que assobiam para o lado, perante o genocídio perpetrado pelos “nazionistas” do senhor Netanyahu. São os mesmos FdP (Fanáticos da Propaganda) que não abrem a boca para balbuciar uma única crítica dirigida a Washington ou aos capachos europeus, por todas as guerras que estes originam e patrocinam. Muito pelo contrário, servem os seus interesses e veiculam a sua propaganda, com uma obediência e uma obstinação nunca antes vistas.

E, agora, ainda querem transformar um ultranacionalista, um racista, um xenófobo, um militante da causa neonazi, num corajoso herói e mártir que lutou pela liberdade e pela democracia.

É assim o “mundo livre”. Livre de tudo, mas não desta corja de FdP (Fanáticos da Propaganda).

P.S. Consta que Navalny foi sepultado ao som de "My Way" de Frank Sinatra. O quê? Então não se ouviu o hino da Rússia? Nem um Tchaikosky, um Stravinsky ou um Prokofiev? Não. Foi a "My Way" do Sinatra. Até nos pormenores se vê a quem é que este indivíduo servia. E o facto de a comunicação social nos dar a conhecer este pormenor, também nos diz muito sobre as suas intenções.