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RAPIDINHA

“Stalin assinava um acordo secreto com Hitler. Nove dias depois, começava a II Guerra Mundial”. São os FdP (Fanáticos da Propaganda), uma vez mais, prostrados de quatro e levar com os bacamartes de Washington e a latir a sua propaganda. É verdade que Estaline assinou um acordo com Hitler, em Agosto de 1939. Mas em que consistiu esse acordo? E já que falam na II Guerra Mundial, como é que ela acabou? Não me digam que foi com o desembarque na Normandia… Ah! Os heróis da Normandia!

O Natal é quando o Zelensky quer

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Para Zelensky a identidade ucraniana define-se por tudo o que seja contrário à identidade russa e, nesse sentido, há que adoptar tudo o que seja identidade “ocidental”, mais concretamente, tudo o que seja ditado por Washington.

Não haja dúvidas de que a nova identidade ucraniana – a que está a ser imposta pelo regime “nazilenskyano” – é muito melhor do que a verdadeira e histórica identidade do povo ucraniano, aquela que perdurou até por volta de 2014.

A Ucrânia de Zelensky é aquela que faz parte de um lote exclusivo de países, onde constam o Iraque, o Afeganistão, a Somália, a Líbia ou o Iémen. E os mais distraídos poderiam e deveriam perguntar: o que será que estes países têm em comum?

A Ucrânia de Zelensky é a que lidera o topo da classificação dos países mais corruptos do mundo. É uma bela identidade.

Já em termos de segurança e de saúde mental, a Ucrânia de Zelensky rebentou com os limites mínimos aceitáveis para uma nação. Nem os países subdesenvolvidos apresentam níveis tão profundamente trágicos. A russofobia imposta por Washington, que o regime de Zelensky incorporou com especial empenho nas políticas estatais do seu país só têm levado a Ucrânia para um caminho de total falta de identidade. A Ucrânia de Zelensky é apenas mais uma colónia norte-americana no leste da Europa, com a agravante de se ter tornado num Estado completamente falhado.

A identidade ucraniana preconizada por Zelensky é aquela que se quer ver livre de toda e qualquer ligação à Rússia, como se esse fosse o percurso natural das civilizações e dos povos. Zelensky mandou destruir todos os monumentos ligados à Rússia, ao mesmo tempo que mandava erguer estátuas em honra de Stepan Bandera, o maior nazi ucraniano de todos os tempos, que serviu Hitler no decorrer da Segunda Guerra Mundial.

O fantoche Zelensky acredita que é possível forçar as pessoas a esquecer as suas raízes, a sua religião, a sua língua, as suas tradições, enfim, a sua história. Ou então, Zelensky não acreditará que isso seja possível, mas sabe que também não compete a ele decidir. A ele cabe apenas decidir se quer ou não ser o fantoche de Washington em Kiev. Se bem que, em breve, Washington tratará de o substituir.

Zelensky vendeu a identidade do seu país, a troco de umas belas contas offshore e umas propriedades de luxo em Miami. Tornou a Ucrânia num país de ficção, que só existe na sua cabeça lunática. E agora o povo ucraniano vê-se a viver uma façanhice hollywoodesca, onde os piores entre eles se encontram no poder.

Zelensky colocou a Ucrânia num beco sem saída. A cerca de dois meses de completar dois anos da invasão russa, a Ucrânia já terá perdido cerca de 500 mil militares em combate, sem ter recuperado qualquer palmo significativo de terreno. E, mesmo assim, Zelensky quer enviar – à força - mais 500 mil ucranianos para a morte. E quer fazê-lo apenas para satisfazer a vontade dos falcões da guerra em Washington, que muito – mesmo muito – têm facturado com a venda de armas para a Ucrânia. Armas que não servem para outra coisa que não seja aumentar a contagem de ucranianos mortos.

Este ano - no segundo Natal após a invasão russa – Zelensky instituiu mais uma palermice, a de que os ucranianos passarão a celebrar o Natal a 25 de Dezembro e não a 7 de Janeiro, data em que é celebrado no calendário juliano, como sempre foi. Qualquer dia Zelensky lembra-se de proibir o povo ucraniano de respirar, porque os russos também respiram.

Zelensky deverá também estar a equacionar a obrigatoriedade de os ucranianos comerem peru assado na ceia de Natal. Terão também de habituar-se a fazer biscoitos de gengibre e a beber Eggnog. Consta ainda que Zelensky quer instituir o Big Mac e a Coca-Cola como o prato e a bebida mais típicas da Ucrânia, respectivamente.

Faz todo o sentido.

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