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Obama, de Nobel da Paz a "vendedor" de armas

Barack Obama anunciou que pretende limitar o acesso às armas. É sabido que os EUA é um dos países em que morrem mais pessoas vítimas de tiroteios e onde a comercialização e o acesso às armas acontece em cada esquina, e de forma legal. Nos EUA adquire-se uma arma com a mesma facilidade com que se compra um pacote de pastilhas elásticas. É o país da liberdade, dizem.

 

Barack Obama é presidente dos EUA desde o início de 2009 e, muito pouco tempo depois, até lhe atribuíram o Prémio Nobel da Paz, mas só agora, a cerca de um ano do fim do seu mandato presidencial é que se lembrou de mexer com o lobby do negócio das armas que, como se sabe, é enorme naquele país.

 

Contudo, como diz o povo (e o povo é sábio), "de boas intenções está o inferno cheio". Com esta declaração de intenções, Barack Obama transformou-se, talvez, no maior vendedor de armas da história dos EUA, já que provocou uma correria desenfreada à aquisição de armas no seu país. No estado do Texas até voltou a ser possível circular-se em público com as armas à vista, como num verdadeiro western. Já agora, o presidente dos EUA esqueceu-se de dizer se também pretende confiscar as armas a todos quantos já as possuem.

 

Barack Obama é mesmo isto. Um presidente de aparências. Com "aparentes" boas intenções, mas é mesmo só isso. Barack Obama está para a política como o Jay-Z está para a música. Superficial.

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