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RAPIDINHA

“Stalin assinava um acordo secreto com Hitler. Nove dias depois, começava a II Guerra Mundial”. São os FdP (Fanáticos da Propaganda), uma vez mais, prostrados de quatro e levar com os bacamartes de Washington e a latir a sua propaganda. É verdade que Estaline assinou um acordo com Hitler, em Agosto de 1939. Mas em que consistiu esse acordo? E já que falam na II Guerra Mundial, como é que ela acabou? Não me digam que foi com o desembarque na Normandia… Ah! Os heróis da Normandia!

Os escroques protegem-se uns aos outros

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Terminei o ano de 2023 aqui no blogue, a desejar que este tipo de jornalismo acabasse em 2024. Bem, não percamos a esperança, o ano está só a começar.

O Polígrafo, como é seu hábito, não perde uma única oportunidade para branquear as manobras maléficas daqueles que mais poder têm no mundo. Que são os mesmos que os controlam, que mandam neles e que lhes pagam. Para quem não sabe, Bill Gates é um dos maiores pagadores da comunicação social, um pouco por todo o mundo.

O Polígrafo vem agora chamar a atenção para o facto de Bill Gates ter reconhecido que é responsável por “uma das maiores pegadas de gases com efeito de estufa do planeta”. O Polígrafo começa por perguntar se Bill Gates terá mesmo admitido esse facto, para logo responder que “sim, mas…”. Mas o quê? Admitiu e ponto final. Mais, nem sequer precisava de o ter admitido. Aliás, ele só admitiu por se tratar de algo completamente inegável e que está à vista de todos.

E a pergunta que o Polígrafo deveria fazer (se tivesse o mínimo de brio e honra) é: Bill Gates é um hipócrita e um trapasseiro por pregar uma coisa e fazer outra completamente diferente? E logo deveria responder com um retumbante e inequívoco "SIM, sem qualquer dúvida".

Mas o Polígrafo prefere dissimular o assunto afirmando que, apesar de o seu amo Bill Gates ter admitido esse facto, também deixou bem claro que muito tem feito para compensar a astronómica quantidade de GEE (gases com efeito de estufa) pela qual é responsável. Dizem tretas do tipo, “os seus jactos privados usam combustível de origem vegetal”, ou que “ele comprou um carro eléctrico e painéis solares” e que ainda “gasta” cerca de “sete milhões de dólares por ano, para compensar a pegada de carbono”.

Que bonito! Portanto, aquilo que o Polígrafo diz é que os ricos podem poluir à vontade, os pobres é que não. Para os escroques do Polígrafo uma pessoa pode assassinar outras pessoas, desde que depois seja responsável por devolver ao mundo, pelo menos, o mesmo número de pessoas. Ou seja, você pode assassinar três, quatro, ou mais pessoas, desde que tenha, pelo menos, o mesmo número de filhos. Se for assim não há problema, porque a sua pegada assassina fica saldada.

Bando de escroques, sem um pingo de dignidade. 

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