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Contrário

oposto | discordante | inverso | reverso | avesso | antagónico | contra | vice-versa

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RAPIDINHA

“Stalin assinava um acordo secreto com Hitler. Nove dias depois, começava a II Guerra Mundial”. São os FdP (Fanáticos da Propaganda), uma vez mais, prostrados de quatro e levar com os bacamartes de Washington e a latir a sua propaganda. É verdade que Estaline assinou um acordo com Hitler, em Agosto de 1939. Mas em que consistiu esse acordo? E já que falam na II Guerra Mundial, como é que ela acabou? Não me digam que foi com o desembarque na Normandia… Ah! Os heróis da Normandia!

Os “eufeminazismos” da comunicação social

Uma rendição agora chama-se "operação especial de evacuação"

Incrível o facto de os papagaios da comunicação social continuarem a afirmar que o nazismo na Ucrânia é uma invenção de Putin. E que o “eventual” nazismo que possa existir na Ucrânia é de igual dimensão ou até mesmo inferior ao que existe em muitos outros países. 

A comunicação social bem se tem esforçado para estar à altura das exigências que as grandes corporações ocidentais lhes colocam diariamente. Os jornalistas e demais avençados têm feito de tudo para eufemizar o apoio que a OTAN dos EUA tem prestado aos nazis do Batalhão de Azov. O problema é que há coisas que de tão imundas que são, não há lavagem que faça desaparecer as nódoas que deixam. 

Nestes últimos dias assistimos à rendição dos nazis do Batalhão de Azov, que se encontravam escondidos como ratazanas, nos muitos túneis da Azovstal, onde mantiveram centenas de civis reféns por um período de cerca de dois meses. Curioso o facto de a principal proclamação deste batalhão ser a de que “um dia não é um bom dia se não for a matar russos” e, no entanto, com tantos russos fora da fábrica à espera, eles preferiram ficar nos túneis, escondidos atrás de idosos, mulheres e crianças.

Mas voltemos à rendição dos nazis, porque essa é que é a notícia do momento. Sim, rendição e não “retirada”, “operação de evacuação” ou fim da “resistência” como tanto grita a comunicação social. Portanto, aqueles que tanto criticam Putin por chamar “operação militar especial” a uma guerra, são os mesmos que chamam de “operação especial de evacuação” a uma rendição. Vejamos, os neonazis de Azov saem com o rabinho entre as pernas e com bandeiras brancas. Saem para se entregar às forças russas e pró-russas. E perante este cenário, a comunicação social diz – de manhã à noite – que “os bravos, valentes e resistentes heróis do Batalhão de Azov terminaram a nobre missão que lhes foi confiada e aceitaram cumprir a última ordem do valentão e herói Zelensky, para que possam ser evacuados, receber tratamento médico e voltar a casa”.

Bem sabemos que os líderes ocidentais e a sua comunicação social nunca vão admitir que Putin está a atingir todos os objectivos a que se propôs – neste caso, o da desnazificação, que não se completa com esta rendição -, mas aquilo que até há bem pouco tempo ninguém se aventuraria a imaginar era que o “Ocidente democrático” tivesse a p*** da lata de endeusar o neonazismo e seus militantes. Isto é o que mais deve ser salientado e que jamais deve ser esquecido.

 

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