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Contrário

oposto | discordante | inverso | reverso | avesso | antagónico | contra | vice-versa

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RAPIDINHA

A cotação do petróleo continua em queda, mas os combustíveis vão aumentar. Porquê? Porque sim. Além disso, o Euro2024 está a começar e andam todos distraídos a bater palmas ao autocarro da selecção... portanto, é uma boa altura para aumentar os preços.

Pandemia: agora a culpa é das crianças

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Desde o início da pandemia que temos assistido a esta coisa muito americana que é o descartar responsabilidades e apontar o dedo aos culpados. Todos se lembram que, assim que o vírus SARS-CoV-2 foi detectado na China, os americanos trataram logo de dizer que a culpa era dos chineses que andavam a vender pangolins nos mercados.

Na verdade, os chineses já confirmaram que o vírus não teve origem no mercado, mas sim num laboratório de Wuhan. Laboratório onde se pratica aquilo que é denominado como “pesquisa de ganho de função” (gain of function), com o alto patrocínio das autoridades da saúde norte-americanas, representadas por aquele que se autodenomina como o representante máximo da ciência – o Dr. Fauci.

Bem, este é outro assunto que daria pano para mangas, contudo, agora pretendo escrever sobre as declarações das autoridades da saúde portuguesas, mais concretamente, as que foram proferidas pela senhora directora-geral da saúde.

Numa entrevista à RTP, Graça Freitas disse - de forma muito autoritária - o seguinte:

“Neste momento, o grupo que mais infecção tem, de todos, é o grupo dos zero aos nove anos, particularmente o grupo dos cinco aos nove. Isso não haja a mínima dúvida, porque é o único grupo que não está vacinado”

Portanto, no ano passado e em quase todo o ano de 2021, as crianças não apresentavam qualquer problema, as escolas eram os locais mais seguros do mundo, as crianças não eram um problema porque praticamente não apresentavam sintomas e a doença grave nem sequer se verificava. Foi o que disseram a DGS e o Governo. Vejamos, as crianças - bem como os jovens - sempre foram um dos grupos etários, senão mesmo o grupo etário que mais fez e faz circular o vírus. E é totalmente verdade que as crianças com idade inferior a 12 anos, praticamente não apresentam sintomas, sendo que a doença grave e os óbitos nestas idades não se verificam. Contudo, as crianças são – não apenas agora – e sempre foram importantes vectores de contágio deste vírus, tal como o são para outros vírus, como o da gripe por exemplo. O problema é que anteriormente, nomeadamente no ano passado e início deste ano, as crianças quase não eram testadas, para que as autoridades pudessem dizer o que diziam (que não eram um problema e para manter escolas abertas). Agora que se trata da população que falta vacinar, os testes passaram a incidir sobre elas, para que as autoridades possam sustentar a mentira de que "só agora" é que se tornaram no grupo etário que supostamente mais propaga o vírus. Inacreditável.

Aquilo que é claro como água é que as autoridades da saúde e o Governo têm apenas duas orientações: a primeira é a de que os não vacinados têm que ser perseguidos até se vacinarem; a segunda é a de que as actuais vacinas são o santo graal. Quando na verdade, as únicas certezas que podemos ter neste momento são as de que, apesar de as actuais vacinas apresentarem alguma eficácia contra a doença grave e morte, essa eficácia está muito aquém daquela que continua a ser propalada até à exaustão. Já quanto à sua eficácia na contenção dos contágios sabemos que é nula ou próxima disso. A essas certezas devemos adicionar outra, que também está mais do que comprovada – mesmo cientificamente - e que tem a ver com o facto de as crianças praticamente não ficarem doentes nem morrerem. Os casos graves verificados em crianças são tão raros, que não ultrapassam o número de casos graves que poderão advir da toma das vacinas.

Ora, se as crianças não ficam doentes, muito menos morrem por Covid-19, e se as vacinas não impedem o contágio, por que raio é que as crianças devem ser vacinadas?

A resposta reside na atitude das autoridades da saúde e dos governos que estão ao serviço de uma ciência que os manda vacinar, vacinar, vacinar com uma “vacina” que, claramente, não corresponde ao que se propõe. Quando for necessária a quarta dose – daqui a poucos meses - o lema passará a ser vacinar, vacinar, vacinar, vacinar. E por aí adiante.

Nem sei como é que ainda não ordenaram a vacinação dos retrovisores interiores dos carros que, não tendo (ainda) direito a um certificado de vacinação, vão ter de continuar a usar a máscara.