Nas cerimónias do 10 de Junho, antes de condecorar o general “honestinho” e “humildezinho”, Marcelo Rebelo de Sousa disse: “…Condecorando quem foi combatente em África, Capitão de Abril, protagonista do Novembro, chefe militar até ao comando supremo, (...)
Quem quiser celebrar o centenário de Mário Soares deve começar por responder a duas perguntas muito simples: Onde é que ele estava no 25 de Abril? E onde é que ele estava no 25 de Novembro? As respostas a estas duas perguntas demonstram muito bem quem foi Mário (...)
Demoraram 49 anos para sair do armário
25.11.24 | contrário |
Dizem que o 25 de Abril (de 1974) pôs fim ao fascismo e à ditadura em Portugal. Não concordo. Tantas décadas de fascismo - anteriores ao 25 de Abril - criaram muitas raízes, muitos vícios, muitas teias de poder e, para piorar ainda mais a situação, criou um marasmo (...)
29.04.24 | contrário |
Em plena semana da comemoração dos 50 anos do 25 de Abril apareceram uns a falar em comemorar o 25 de Novembro, alegando que se trata de uma data tão ou mais importante que o 25 de Abril. E apareceram outros a falar no dever de reparação que Portugal tem para com as (...)
Um indivíduo que é filho e afilhado do fascismo – e que por sinal também é monárquico – é o Presidente da República. Provavelmente, o Presidente que esta democracia merece. Numa entrevista à RTP, Marcelo Rebelo de Sousa referiu que “sabia-se [em Abril de (...)
Mesmo em cima da data em que se celebra os 50 anos do 25 de Abril apareceram – de rajada – uns figurões a falar no cinquentenário do 25 de Novembro (que só acontece daqui a cerca de um ano e meio). Nos últimos dias vimos o governo PSD/CDS anunciar – muito (...)
Marcelo Rebelo de Sousa foi dar uma aula sobre a Democracia e o 25 de Abril. Como estamos novamente em 1984, parece-me a pessoa certa para falar sobre esses temas. Suponho que Marcelo tenha explicado muito bem - à petizada – quem foi Marcello (o Caetano). Ninguém (...)
11.03.24 | contrário |
Em pleno clima de celebração do cinquentenário do 25 de Abril, a esquerda sofre uma pesada derrota nas eleições legislativas. E quando a esquerda perde, o povo sofre mais. Entenda-se por “povo”, a esmagadora maioria de todos quantos pertencem à classe trabalhadora. (...)