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Contrário

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RAPIDINHA

“Stalin assinava um acordo secreto com Hitler. Nove dias depois, começava a II Guerra Mundial”. São os FdP (Fanáticos da Propaganda), uma vez mais, prostrados de quatro e levar com os bacamartes de Washington e a latir a sua propaganda. É verdade que Estaline assinou um acordo com Hitler, em Agosto de 1939. Mas em que consistiu esse acordo? E já que falam na II Guerra Mundial, como é que ela acabou? Não me digam que foi com o desembarque na Normandia… Ah! Os heróis da Normandia!

Vender vacinas, vender vacinas, vender vacinas

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Nas últimas semanas, a comunicação social – uma vez mais muito bem orquestrada e em uníssono – tem-se fartado de alertar para o número excessivo de casos de gripe A, para o número excessivo de internamentos e de mortes. E nos últimos dias foram desenterrar os “especialistas” do tempo da pandemia, aqueles que tinham engolido uma cassete que lhes ficou encravada nas cordas vocais e não sabiam dizer mais nada que não fosse: vacinar, vacinar, vacinar. Como a falsa narrativa obteve os melhores resultados (um lucro nunca antes visto para os laboratórios farmacêuticos) no tempo da pandemia, os “especialistas” voltam agora à carga com a mesma narrativa, para convencer os convencidos a vacinarem-se.

Há poucos dias escrevi, aqui, qual era o objectivo desta narrativa propagandista. Não era muito difícil de perceber qual o objectivo desta gente que está ao serviço de tudo, menos da saúde das pessoas.

No anterior texto que escrevi sobre este assunto referi que a idade para a vacinação contra a gripe iria continuar a baixar, não porque ela faça qualquer diferença – porque não faz, sobretudo em pessoas saudáveis com menos de 65 anos -, mas porque a indústria farmacêutica não vai perder a oportunidade de facturar mais uma catrefada de milhões de euros. Depois de terem verificado como a população adere como carneirinhos acéfalos a todas as campanhas de vacinação, por que razão não iriam tentar impingir a vacina contra a gripe ao resto da população? Agora que eles estão “treinadinhos” para aceitar tudo o que se lhes ofereça numa seringa.

Ora, as alterações à idade da vacinação já está aí. A vacinação contra a gripe baixa para os 50 anos (e não tenham dúvidas que o objectivo é baixar ainda mais) e a vacinação contra a Covid-19 baixa para os 18 anos. Covid-19 que, segundo os responsáveis hospitalares, não está a causar problemas graves, nem mesmo na população mais vulnerável.

Segundo a própria directora-geral da saúde, este ano foram vacinadas mais pessoas contra a gripe do que no ano passado. E, no entanto, o número de casos de gripe, de internamentos e até mesmo de óbitos é bastante superior. Perante estes factos, a primeira conclusão que qualquer pessoa, repito, qualquer pessoa com apenas dois dedos de testa deveria retirar é a de que a vacina (deste ano) contra a gripe é pouco (ou nada) eficaz a proteger contra o vírus H1N1 (gripe A).

Claro que a seita da falsa propaganda tratou de engendrar uma desculpa para justificar a falta de eficácia da vacina, para que a narrativa não perca força. E qual foi essa desculpa? Sem qualquer surpresa, foi a mesma que usaram no tempo da pandemia, ou seja, a tremenda patranha de que os casos mais graves e internamentos estão a ocorrer em pessoas não vacinadas.

Na altura da pandemia, esta mentira vendeu como pãezinhos quentes, apesar de alguns directores hospitalares terem garantido que o número de internamentos de pessoas não vacinadas era uma minoria insignificante. Também agora, pelo menos um director hospitalar já veio confirmar que a esmagadora maioria dos internamentos por gripe A acontece em pessoas muito idosas e/ou com muitos problemas de saúde associados. A quase totalidade, senão mesmo a totalidade destas pessoas estão vacinadas. Como sempre estiveram.

Mas a seita continua a querer vender a ideia de que os casos graves acontecem em pessoas mais novas e sem problemas de saúde associados, porque essa ideia é, sem dúvida, muito rentável. A big pharma nunca lucrou tanto. E a big pharma sabe recompensar muito bem os seus delgados de propaganda.

Aquilo que esta seita continua sem querer falar é o excesso de mortalidade que se verifica desde o ano 2021, não apenas no Inverno, mas durante todo o ano. O muito anormal aumento de doenças cardíacas em pessoas jovens, o absurdo aumento de cancros, entre outros inexplicados e muito significativos aumentos de várias doenças é algo que não preocupa estes “especialistas”. Sobre esses assuntos, eles vão permanecer caladinhos, até que alguém superior lhes entregue uma cartilha manhosa que tente escamotear a verdadeira razão desta “silenciosa” pandemia.

Entretanto, segundo uma pequena sondagem de opinião do Sapo:

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Parece que algumas pessoas já começaram a pôr a cabecinha a funcionar. Há não muito tempo atrás, a opção que agora apresenta 34% não teria mais do que 2% ou 3%.

E é também por esta razão que a seita voltou à carga com a necessidade de vacinar até os bancos do jardim, porque o discurso do medo parece estar a perder força. E sem medo não há controlo das massas, não há rios de dinheiro, nem há poder. Se o objectivo desta seita fosse o de cuidar da saúde das pessoas, o SNS não estaria no estado em que está. E esses "especialistas" que polulam em cada esquina da corrompida e inepta comunicação social estariam a vociferar no sentido de se apurar a razão pela qual temos um significativo e - até agora oficialmente inexplicável - excesso de mortalidade, que vem desde o ano 2021.

O que raio terá acontecido em 2021?

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